27 mentiras em 9 minutos. Esse é Richard Dawkins, o “amigão” da humanidade

A baixaria, é claro, tinha que vir de um vídeo suportado pela LiHS (a tal Liga Humanista Secular do Brasil).

Os neo ateus de lá estão empolgadíssimo por Richard Dawkins ter chamado Joseph Ratzinger de “inimigo da humanidade”.

Não há melhor oportunidade do que essa para investigar o discurso dele e utilizar isso mais uma vez contra os neo ateus, seja em comunidades, fóruns, etc. Enfim, jogar o revide na cara deles, pois a quantidade de desonestidades dawkinistas superou os limites já conhecidos.

Vejamos se eu não perco as contas das desonestidades cometidas.

(1) Ele diz ficar contente com as declarações do Papa, de dizer que os ateus são responsáveis pelos atos de Hitler, pois “isso mostra é que eles estão incomodados com a gente”. Se isso fosse um argumento válido, todos os argumentos neo ateus seriam a partida inválidos, pois, sendo proferidos contra os religiosos, isso “provaria que eles estão muito incomodados com nós, portanto estamos certos”. E isso é só o começo…

(2) Garante Dawkins que as declarações de Ratzinger apenas surgiram para desviar atenção dos “verdadeiros crimes”. Segundo ele, esses crimes são os atos de pedofilia da Igreja. A pergunta: o que tem a ver uma coisa com a outra? Nota-se, é claro, uma tática de difamação no estilo dos petralhas, que é fugir dos argumentos ditos pela outra parte e desviar o assunto para um red herring que não tem nada a ver. Algo como: “As suas acusações de que não fiz o meu trabalho são para desviar a atenção dos verdadeiros problemas, que incluem o seu corte de cabelo”.

(3) Ele diz que só “pode imaginar as discussões nos corredores do poder no Vaticano”. Alega Dawkins que as discussões seriam do tipo: “Como vamos distraí-los da sodomia com os garotos?”. No mais, é uma sequência da falácia red herring anterior, com mais um adendo ridículo, que é a confirmação dele ter feito leitura mental. Replay especial na parte onde Dawkins diz que “só pode imaginar”. Bem, se é só na imaginação, não configura uma alegação válida. Imaginar diálogos que não existiram qualquer um pode fazer. Mas usar isso em uma argumentação?

(4) Ele afirma: “Adolf Hitler foi um católico romano, foi batizado, nunca renunciou ao batismo”. Naturalmente, uma omissão de informações vergonhosa, pois Hitler disse, em 1941, algo que desfaz todo o caso de Dawkins: “O pior golpe que já atingiu a humanidade foi a chegada do cristianismo. O bolchevismo é o filho ilegítimo do cristianismo. Ambos são invenções dos judeus. A mentira deliberada na forma de religião foi introduzida no mundo pelo cristianismo […] “. Espere aí, Dawkins, Hitler é cristão ou não é? Detalhe que Dawkins reconhece tal citação em seu próprio livro, “Deus, Um Delírio”. Assim, o fato de Adolf Hitler ter sido batizado não comprova que ele era um católico ou que seus atos derivariam do catolicismo. Como mostrarei ao final, ficará claro que é o oposto.

(5) Dawkins diz que não acredita que existam entre 5 a 6 milhões de católicos na Inglaterra. Estranho, pois o número de ingleses é de 51,446,000 (segundo o censo de 2008). Qual a estimativa de Dawkins? Ele tem como comprovar?

(6) Mesmo assim, Dawkins afirma que a estimativa de 5 a 6 milhões de católicos na Inglaterra surge a partir de “batizados”. De onde ele tirou isso? Ele não comprova. Diz ele que se a Igreja considera todos estes como católicos também deveria considerar Hitler como um. O problema é que Dawkins não confirmou que cada um dos 5 a 6 milhões de “falsos católicos” (alegação dele) teria escrito textos dizendo que “cristianismo é o mal do mundo”, como Hitler fez. Mais uma pisada na bola do ateu raivoso. Isso tudo só nos primeiros dois minutos…

[Interlúdio para palmas da platéia… como não poderia deixar de ser]

(7) Dawkins garante que Hitler “acreditava numa providência personificada”, o que de novo não serve como argumento, pois os mitos neo pagãos que ele seguia eram utilizados de forma secular, como Dinesh D’Souza mostrou brilhantemente em seu livro “A Verdade Sobre o Cristianismo”. Portanto, até agora nada do que Dawkins alega pode ser validado.

(8) Ele cita o caso de um arcebispo de Munique que fez uma saudação aos céus quando Hitler escapou da morte. Qual a relação disso com o caso? Estava alinhado com a Igreja? Ou contra? Pois como Dawkins se explicaria ao ver a encíclica Mit brennender Sorge, lançada por Pio XI em 1937. Vamos a um trecho: “Se a raça ou o povo, se o Estado ou uma forma determinada do mesmo, se os representantes do poder estatal ou outros elementos fundamentais da sociedade humana têm na ordem natural um posto essencial e digno de respeito, contudo, quem os arranca da alta escala dos valores terrenos elevando-os à suprema norma de tudo, até mesmo dos valores religiosos, e, divinizando-os com culto idolátrico, perverte e falsifica a ordem criada e imposta por Deus, está longe da verdadeira fé e de uma concepção de vida conforme esta. (…) Nós damos graças, veneráveis irmãos, a vossos sacerdotes e a todos os fiéis que, defendendo os direitos da Divina Majestade contra um provocador neopaganismo, apoiado desgraçadamente com freqüência por personalidades influentes, têm cumprido e cumprem seu dever de cristãos. Essa gratidão é particularmente íntima e cheia de reconhecida admiração para todos os que, no cumprimento deste dever, se têm feito dignos de sofrer por causa de Deus sacrifícios e dores.” É claro que alguns arcebispos podem destoar, assim como no Brasil alguns bispos católicos malucos apóiam o MST, mesmo agindo de forma CONTRÁRIA ao catolicismo. Portanto, o apoio de padres ao MST está no mesmo valor do apoio de um ateu, em relação à Igreja. Assim, o apoio do arcebispo de Munique não serve ao caso de Dawkins contra o Papa ou a Igreja.

(9) Dawkins ainda cita declarações de Hitler, em 1922, no Mein Kampf, com a seguinte frase: “Meu sentimento como cristão aponta-me para o Meu Senhor e Salvador como um lutador…”. O problema é que as citações de Hitler de 1941 já refutaram a tentativa de Dawkins. De qualquer forma, Dilma Roussef também já declarou acreditar em Deus. Mas o problema é que a mesma já caiu em contradição várias vezes em relação a isso. As declarações de Hitler em 1941 apontam para a única hipótese viável: Hitler um anti-cristão, materialista, querendo obter a aceitação de eleitores de maioria religiosa. Alguns neo ateus até poderiam dizer que se Hitler “usou a religião”, a religião é má. Como mostrarei ao final, após a lista de desonestidades, podemos inclusive apontar uma hipótese contrária, muito mais forte do que a culpabilidade da religião.

(10) O mais curioso é que, aos 4:10, Dawkins afirma que”Não é de estranhar ele ter recebido um apoio tão caloroso de dentro da hierarquia Católica da Alemanha”. De onde Dawkins tirou a evidência de que esse foi o motivo? E como Dawkins explica as prisões de centenas de padres após a publicação da encíclica de Pio XI? Como se vê, Dawkins não cansa de mentir.

(11) Aqui ele tenta dizer que mesmo que Hitler fosse ateu, “como Ratzinger ousaria dizer que o ateísmo tem qualquer conexão com seus atos terríveis?”. Esse é o ponto que deixarei para o final, pois é um estratagema manjado que ele já usou em seu livro, e não lembro de ter feito uma abordagem detalhada dele (fiz de um estratagema semelhante aqui).

(12) Dawkins cai em “ato falho”, e no final deixarei claro o por que esse é um ato falho. Isso ocorre quanto ele critica a doutrina católica que diz que todo bebê “nasce em pecado”. Ou seja, uma forma metafórica de expressar que todo ser humano é basicamente pecador.

(13) Ele também afirma que esse seria o pecado de Adão. E emenda: “o mesmo Adão que, eles mesmos agora admitem, nunca existiu”. Eles quem? Esse “agora” seria referente a que data? Qual transição? Evidências? Essa quantidade de sujeitos e verbos não especificados por ele já dá uma mostra de completa fraude intelectual. Dawkins não mostra nenhuma evidência em seu favor, enquanto tenta um truque de dizer que antes a Bíblia era vista de forma 100% literal pela Igreja, e agora não é. Mas essa mentira dele também já foi desmascarada.

[Esse foi mais um momento em que sua patuléia se empolga, vibrando e batendo palmas]

(14) Dawkins inventa uma nova “teologia cristã” (não é paraguaia, e sim britânica, mas igualmente falsificada), segundo a qual “basta acreditar em Deus, que alguém deixa de ser pecador”. Não há absolutamente nada disso no cristianismo. Alguém pode acreditar em Deus e em grande parte dos casos ainda será um pecador. Esse estratagema dele foi, digamos, bobinho.

(15) Que raios será a “cenoura” do céu? Ele devia estar sob entorpecentes.

(16) Ele também diz que basta acreditar no “castigo do inferno” para alguém “estar livre”… do inferno. De novo, não há absolutamente nada disso no cristianismo. Do item 14 ao 16, podemos considerar como se fosse o estágio psicodélico do discurso dele.

(17) Ele diz que os itens 12 a 16 são parte da “nojenta teoria que os leva a presumir que foi a irreligiosidade que tornou Hitler e Stalin nos monstros que foram”. Esse é mais um ponto que fecharei ao final. Por enquanto, é bom que prestem atenção às desonestidades de Dawkins.

[O momento de maior empolgação da platéia é quando Dawkins diz que “Joseph Ratziner é um inimigo da humanidade”. É um gancho para a comparação que farei ao final. Vamos testar a alegação dele? Será no mínimo um exercício investigativo interessante. Por enquanto, prossigamos com a contagem das desonestidades…]

(18) Segundo Dawkins, Ratzinger é inimigo das crianças, “cujos corpos ele permitiu que fossem estuprados e cujas mentes ele encorajou que fossem infectadas pela culpa”. O problema é que Dawkins aqui apenas perde a dignidade ao realizar uma difamação formal, pois não há evidência nenhuma de conivência do Papa com qualquer ato criminoso conforme alegado. Aliás, por enquanto estamos no aguardo dos resultados do processo que Dawkins e seus amigos neo ateus abrigam contra o Papa.

(19) Diz ele que a Igreja “se preocupa menos em salvar os corpos das crianças de estupradores do que salvar as almas dos padres do inferno”. O estranho é que a Igreja foi uma entidade que fez algo de formal em relação aos atos de pedofilia. Muito mais do que a ONU, cujas tropas executaram vários atos de pedofilia CONVENIENTEMENTE escondidos pela mídia liberal, que é justamente aquela que Dawkins apóia. Dawkins e todos os seus adeptos possuem um nível de caráter tão baixo que estão dando a mínima para as crianças vítimas de pedofilia. Para essa patota, só importam as vítimas de pedofilia vindas da Igreja. Quanto ao resto, eles convenientemente omitem. Dá para chamar essa atitude de moral? Claro que não.

(20 ) Dawkins diz que o Papa é “inimigo dos homossexuais”, dizendo que a eles é dado o mesmo tipo de intolerância que a igreja “reservava aos judeus, antes de 1962″. Novamente, a ação da Igreja a favor dos judeus na Segunda Guerra Mundial é algo que Dawkins não consegue atacar (a não se quando mente). Para piorar a situação dele, Dawkins não consegue mostrar uma ação eficaz de grupos ateus a favor dos judeus na mesma época. Aliás, qual ato do Papa em oposição aos homossexuais?

(21) Diz ele que o Papa é inimigo das mulheres pelo fato delas não estarem aptas ao sacerdócio. Mas de onde ele tirou essa idéia? Se a tradição da Igreja remonta a um tempo muito anterior ao Ratzinger, como ele pode ser RESPONSÁVEL por essa tradição? Será que Ratzinger possui 1.500 anos e eu não sabia? Ou é isso ou o argumento de Dawkins está furadíssimo.

(22) Segundo Dawkins, Ratzinzer é “inimigo da verdade”, pois teria dito que os preservativos não garantem proteção contra a AIDS. Ué, mas são os fatos. O Papa não obrigou ninguém a deixar de usar preservativos, mas reafirmou a importância do conservadorismo sexual em termos dessa doença. Aliás, qual a taxa de incidências de AIDS em grupos homossexuais e grupos católicos? Qual grupo usa mais camisinha? Deixemos que as estatísticas nos mostrem quem é o “inimigo da verdade”, pois o que vimos até agora é que nada do que sai da boca de Dawkins possui compromisso com a verdade.

(23) Agora Dawkins se supera, ao dizer que o Papa é “inimigo das pessoas mais pobres deste planeta, condenando-as a famílias numerosas que não conseguem alimentar”. Aonde está tal “condenação”? Será que é o apoio da Igreja à instituição familiar? Dawkins estava pouco específico nesta parte do debate. Talvez devia ser o sol. Mas não importa. Como ele já começou desonestamente, não catalogarei esta como fruto de demência, mas sim de desonestidade de novo.

(24) Ele diz que a “pobreza de muitos combina muito mal com a obscena riqueza do Vaticano”. Estranho. Quantos % dos valores arrecadados com a venda dos livros de Dawkins foi destinado às crianças carentes? Seria interessante Dawkins mostrar algo mais do que discurso demagógico.

(25) O fato de uma entidade ser contra as pesquisas com as células tronco embrionárias não poderia catalogar alguém como “inimigo da ciência”, pois a Igreja apóia a pesquisa com as células tronco adultas. Além do  mais, há argumentos que suportam a oposição, e não a “superstição”. Mesmo que eu não concorde como a oposição às pesquisas com células tronco, o motivo alegado por Dawkins para a oposição da Igreja é claramente uma mentira, como tudo que ele disse até agora.

(26) Segundo Dawkins, Ratzinger seria “inimigo da igreja da própria Rainha” (virou puxa-saco, Dawkins? Perdeu a vergonha na cara definitivamente… se é que havia alguma vergonha na cara a ser perdida). Motivo: o Papa considera as Ordens Anglicanas como “absolutamente nulas e totalmente inválida”. Notem a linha de “raciocínio” de Dawkins. Para ele, dizer que os argumentos ou a instituição do outro é “nula ou inválida”, torna essa pessoa um “inimigo” do outro. É mole?

(27) Ele conclui dizendo que o Papa é “inimigo da educação”. Notem o que Dawkins diz: “ele e sua igreja fomentam a doutrina educativamente perniciosa de que a evidência é uma base menos confiável para a crença do que a fé, tradição, revelação e autoridade – a autoridade dele”. Agora, onde é que a Igreja Católica faz qualquer juízo de valor (negativo) em relação à “evidência”? Ora, se Dawkins faz uma afirmação dizendo que a Igreja promove um item e REBAIXA o outro, ele teria que mostrar ao menos isso. Claro que ele jamais vai mostrar, pois ele sabe que está mentindo.

[Para variar, mais aplausos ao final ]

Contagem de mortos dos humanistas

O fato é que todo o show de desonestidades, falácias e mentiras de Dawkins foi uma reação ao fato do Papa Bento XVI ter criticado o extremismo ateísta. Deixando claro. Ele não criticou neste caso os ateus, mas os ateus extremistas, que são justamente esses da turminha do Dawkins que se viu no vídeo. É uma turma composta, além de ateus fanáticos e radicais, por gays militantes, liberais, pró-marxistas, abortistas e toda e qualquer escória que alguém puder imaginar.

O problema é que em sua resposta, Dawkins perdeu as estribeiras e mais uma vez deu um show de indignidade.

Tudo bem que eu sou acostumado a encontrar mentiras e fraudes no discurso dele. Mas tantas desse jeito? Ele mesmo se superou.

Nada melhor, portanto, do que ver quem é “inimigo da humanidade”.

O discurso de Bento XVI foi simplesmente contra o extremismo de um dos lados. Não foi um ataque genérico. Foi um argumento embasado, inclusive citando o fato de que realmente a “exclusão de Deus, da religião e da virtude da vida pública” levou às maiores atrocidades das últimas 10 décadas.

Para sustentar o argumento de Bento XVI, é fácil demais.

O fato é que a partir do Iluminismo Radical, com o projeto Iluminista, surgiu o pensamento de esquerda, e a seguinte concepção bizarra, que atende pela alcunha de mentalidade revolucionária (esta, uma definição de Olavo de Carvalho):

(1) Crença na idéia de que o homem pode e irá criar um mundo perfeito, isento de males
(2) Sensação de que se pertence ao grupo que irá consolidar este mundo perfeito
(3) Noção de que, ao se lutar por esse ideal, todos os atos estão a priori justificados (inclusive mentir 27 vezes sobre o oponente)
(4) Criação de campanha de rejeição social e fomentação de ódio contra um grupo, a ser selecionado como bode expiatório, grupo este que será divulgado como o grupo “inimigo” deste novo mundo (para Dawkins, são os religiosos, para Hitler, eram os judeus, para Marx, eram os burgueses, para a Al Qaeda, são os norte-americanos)
(5) Ambições de dimensões globais em torno desse ideal
A junção desses cinco itens, que configuram a mentalidade revolucionária, é uma DOENÇA MENTAL surgida com o humanismo. Que é justamente a oposição à crença em Deus na visão judaico-cristã.

O cristão não precisaria olhar nem para a Bíblia para notar que o ser humano é falível e periculoso, em essência.

Mas a Bíblia dá uma sustentação lógica para isso (ademais, argumentos lógicos e a simples análise da ação humana nos levam à essa conclusão), ao notar a falibilidade EXTREMA do homem.

Por isso, a doutrina católica é DANOSA em essência à qualquer ideologia derivada do humanismo. Ex. marxismo, nazismo, neo ateísmo, globalismo e qualquer outra tranqueira.

O caso é que esta anti-religiosidade extremista é CARACTERÍSTICA INERENTE ao HUMANISMO.

Temos que deixar as coisas bem claras: é esse tipo de filosofia defendida por Dawkins que gerou TODAS as mortes do marxismo e do nazismo.

É só contar o número de mortos do comunismo e do nazismo. Quase 150 milhões de vítimas. E estou contando por baixo. Todos esses solidificados pela ideologia DEFENDIDA por Dawkins.

Joseph Ratzinger estava certíssimo ao notar que esse tipo de iniciativa (advinda da estúpida crença no “homem como criador do mundo perfeito”) é aquilo que gerou as maiores atrocidades da humanidade.

Richard Dawkins tem motivos para se enfezar. Pois ele sabe que quando está diante de religiosos, principalmente cristãos católicos, ele está diante de CÉTICOS em relação aos seus projetos genocidas, que são exatamente iguais aos que eram defendidos por Mao e Hitler. (Acredito que alguns cristãos protestantes também compartilhem do mesmo ceticismo em relação aos mesmos ideólogos)

É sempre a mesma conversinha: “Criaremos o mundo perfeito. Temos que lutar contra os inimigos deste mundo. Sou do lado da razão. Lhe trarei esse mundo”.

Para deixar os neo ateus ainda mais envergonhados, lembremos o fato de que o Papa João Paulo II foi considerado por Lech Walesa como mais importante para a queda do comunismo na Rússia do que Mikhail Gorbachev.

Enquanto os Papas recentes salvavam vidas, ideólogos humanistas ajudavam a ceifá-las.

É claro que ideólogos totalitários tem motivos de sobra para ter ódio da doutrina cristã.

Eles lutam contra o catolicismo, pois sabem que os católicos lutam para esclarecer as pessoas em relação à falibilidade humana (que não passa de reconhecimento do óbvio). Coisa que os ideólogos genocidas negam existir, pois se existe a idéia de falibilidade humana, como poderíamos acreditar nestes “seres humanos perfeitos, anjos terrestres, que nos levariam ao belo mundo?”.

Dawkins quer que tenhamos a crença na turma dele, mas só cairíamos nessa lorota (que é a mesma conversa da turma de Hitler), se abandonarmos o cristianismo.

Enquanto tivermos o cristianismo enraizado como base de nossa moral, desconfiaremos de TODOS que vierem com essa conversinha de “Cidadãos, creiam em mim, pois temos a razão, construiremos o mundo perfeito”.

Com idéias como essa, Richard Dawkins é CÚMPLICE MORAL de todos os crimes do comunismo e do nazismo. E de todos os crimes que surgirem no futuro a partir do mesmo tipo de ideologia.

E, assim como Goebbels disse, “uma mentira contada muitas vezes torna-se uma verdade”.

Talvez isso explique o fato de Dawkins mentir tanto enquanto divulga sua ideologia genocida.

Quanto mais ele mentir, mais temos que investigar e desmascarar.

No fundo, não deixa de ser tragicômico ver, no momento em que se revolta contra Joseph Ratzinger por este ter dito um argumento lógico, Dawkins ter batido o seu recorde de mentiras por frases.

http://lucianoayan.wordpress.com/2010/09/21/27-mentiras-em-9-minutos-esse-e-richard-dawkins-o-amigao-da-humanidade/

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Publicado em 14 de outubro de 2010, em Neo ateísmo. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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