DURANTE A GUERRA CIVIL NA ESPANHA (1936-1939)

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Estou postando este assunto pelo fato de ouvir muito sobre coisas da inquisição!
Que irei postar outro dia com mais tempo sobre a inquisição!
Eu assisti um video sobre a guerra civil espanhola vista pelo lado comunista! E tem uma coisa que esse povo sabe fazer é dizer que são os coitados que sofreram na mão da oposição!
Isso me faz lembrar a Dilma Rousseff falando que mentia na ditadura e sentia orgulho por ter mentido nas supostas torturas que ela sofreu pelos militares!Porque conforme ela diz foi pra salvar seus companheiros!Ai eu te pergunto o que ela fez pra estar presa?
Mentir e sentir orgulho por aguentar mentindo a tortura,pra não entregar seus companheiros que mataram o Capitão Chandler na frente da esposa e do filho?Que tipo de orgulho é esse?enfim…

A guerra civil espanhola foi um dos maiores massacres contra os membros da Igreja puro ódio contra Igreja!
Massacres feito por membros do partido comunista!E o que mais me envergonha é saber que cristãos se aderem a esses partidos cujo a ideologia é a mesma,só que com um pouco de açúcar para ficar mas aceitaveis!

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DURANTE A GUERRA CIVIL NA ESPANHA (1936-1939)

A tremenda guerra civil que ensanguentou a Espanha de 1936 a 1939, e que devia repercutir em toda a Europa, foi acompanhada de uma perseguição religiosa de extrema violência.
Desde 1931 a queda da monarquia fora o sinal de uma hostilidade cada vez mais declarada contra a Igreja, acusada de inimiga do povo. Já em maio daquele ano, durante a “queima dos conventos”, foram tomados pelas chamas 107 edifícios religiosos, entre os quais as casas salesianas de Alicante e de Campelo. Depois a guerra que irrompeu a 17 de julho de 1936 provocou inúmeros massacres que dizimaram as fileiras do clero e das congregações religiosas. Basta o número de vítimas para dar uma ideia do horror do que aconteceu: em três anos a Igreja da Espanha perdeu 4.200 membros do clero secular, entre os quais doze bispos, 2.300 religiosos, 280 religiosas e milhares de fiéis leigos comprometidos. Acrescente-se a isso a destruição e a profanação de muitíssimos edifícios religiosos.
Também a Família salesiana pagou seu tributo de sangue. Uma estatística publicada em 1964 enumerava 97 vítimas salesianas, entre as quais 39 sacerdotes, 22 clérigos, 26 coadjutores, 2 Filhas de Maria Auxiliadora, 3 aspirantes, 3 Cooperadores e 2 empregados. Cerca de 350 religiosos foram lançados à prisão. O destino das casas variou, mas muitas foram ou incendiadas, ou saqueadas, ou transformadas em quartéis, hospitais ou mesmo em prisões.
Em geral, os elementos revolucionários baseavam a legitimidade de seus ataques contra as congregações em dois pontos de acusação: os religiosos fazem política e escondem armas em seus conventos. A ficção de conventos arsenais era ridícula, mormente no caso dos institutos salesianos abertos a todos. Mas ainda assim encontrava crédito. É verdade que em Alicante os assaltantes haviam descoberto uma espécie de canhão que servia no oratório de distribuidor automático de caramelos.
À acusação que lhes era lançada de serem inimigos do povo e da classe operária os salesianos se opunham com altiva réplica. Referem-nos a respeito algumas trocas de palavras muito significativas: “Conheceis nosso colégio, dizia aos revolucionários o diretor da casa de Valencia, e sabeis quantos meninos pobres recebem instrução gratuita. Tendes certamente um ideal…”. A resposta foi somente: “Nós fazemos o que nos mandaram fazer…”.
O diretor salesiano de San Vicente dels Horts, manteve conversa semelhante com o jovem chefe da patrulha que vinha “visitar” a casa: Ele pediu para ver os alunos. Era hora de dormir e estavam no dormitório. A irrupção dos milicianos armados causou-lhes um pânico bem compreensível. A visita, todavia, teve resultado benéfico. O apego evidente dos alunos a seus mestres, e a pobreza que reinava na casa causaram impressão favorável aos revolucionários. Nesse dia nada aconteceu. Os Salesianos receberam a ordem de fazer desaparecer todos os objetos de culto e a proibição de falarem de religião.
Não faltavam testemunhas que demonstraram uma espécie de disfarçada simpatia entre os salesianos e os “vermelhos”. O coadjutor Jaime Ortiz de Barcelona, ao confessar sua condição de religioso, explicou que sua missão era educar a juventude operária. Foi-lhe respondido, num tom que traía o embaraço, que fazia muito bem… Em Cadiz pouparam o colégio salesiano porque hospedava os filhos de muitos deles. A casa de Utrera, a mais antiga das casas de Espanha, escapou à má sorte que lhe estava reservada graças a uma ideia muito democrática de seu diretor que convidou à mesa pessoas de todas as cores, inclusive, os mal intecionados.
Não se deve todavia exagerar a importância desses fatos. Em regra geral o religioso salesiano recebeu o mesmo tratamento reservado a qualquer padre espanhol. No melhor dos casos, se havia a clandestinidade ou a fuga. Durante os primeiros dias da revolução, muitos salesianos viram-se forçados a abandonar suas casas ou escolas para escapar ao perigo que os ameaçava. Em Villena salvaram-se escalando à noite os tetos das casas para refugiar-se por fim na casa de um Cooperador. Muitos conseguiram assim esconder-se em casa de amigos, que os acolhiam com risco da própria vida. Alguns fugiram para o estrangeiro, principalmente para a França, donde providenciavam ajuda a seus irmãos. Devemos reconhecer que os religiosos de origem estrangeira, na maioria italianos, puderam voltar à pátria sem maiores dificuldades.
Os que não encontravam asilo mereciam compaixão. Sós, sem amigos, sem meios de subsistência, andavam errantes em meio a uma multidão desenfreada ou aterrorizada. A qualquer momento uma patrulha podia exigir, com pistola em punho, documentos, que não possuíam, a carteira sindical ou um salvo-conduto assinado por algum “comitê local”. “As casas fechavam-lhes as portas; os trens os repeliam; a rua os denunciava”. A menos que encontrassem amigos que aceitassem dividir com ele “o perigo, o pão e o teto”, ficavam obrigados a passar as noites nos bancos dos jardins públicos.
Há por fim, os que Pio XI haveria de qualificar “de verdadeiros mártires em todo o sagrado e glorioso significado da palavra”. Cada uma das inspetorias Salesianas contribuíram com certo número: 33 de Barcelona, 21 de Sevilha e 42 a de Madri.
O primeiro deste grande elenco, devemos colocar o inspetor de Barcelona, padre José Calasanz. Reconhecido como padre durante uma inspeção, porque trazia uma batina na pasta, foi um dia convidado com outros Salesianos a subir num caminhão a fim de “dar uma volta” pelas bandas de Valencia. Num certo momento, ouviu-se uma detonação. O inspetor curvava-se sobre as costas de um irmão coadjutor, banhando-o com seu sangue. Uma bala detonada à queima-roupa havia-lhe estourado o crânio. Nem as Irmãs foram poupadas daquele ódio antirreligioso. Irmã Carmela Moreno e Irmã Amparo Carbonell, que ficaram para cuidarem de outra irmã doente enquanto podiam se esconder, foram também elas massacradas.
O grupo mais numeroso foi o de Madri. Dos 42 incluídos no processo diocesano de beatificação, 10 eram sacerdotes, 14 eram religiosos leigos, 14 clérigos, 2 postulantes, 1 aspirante e 1 operário. Muitos deles sucumbiram na capital ou nos arredores; para alguns não foi possível ter certeza do lugar e do dia do martírio. A figura mais importante era o padre Henrique Saíz Aparicio, diretor do estudantado teológico, assinado aos 24 de outubro de 1936.
O grupo de Sevilha era formado por 21 Salesianos tendo como chefe o padre Antonio Torrero, diretor do colégio salesiano de Ronda (Málaga). No dia 23 de julho de 1936, uma turba de soldados invade o colégio, maltratando os religiosos, profanando e arrancando tudo o que podia. No dia seguinte eles foram expulsos de casa e começou o seu martírio que culminou no dia 28 de julho. Em Málaga, o mais velho tinha 69 anos e o mais jovem 22 anos. Foram mortos, quase todos, por meio de fuzilamento no período de julho a outubro de 1936.
Para a maior parte das vítimas ignoramos quase tudo das circunstâncias de morte. Quando muito, se a sorte fizesse encontrar-lhes os cadáveres, podia-se adivinhar o que lhes havia sucedido. Não era raro descobrir traços de torturas sofridas antes do golpe fatal. Os diagnósticos diziam em geral: hemorragia interna, hemorragia cerebral, choque traumático. Eis como foi possível imaginar os últimos instantes das vítimas salesianas: “Eram caçados em plena rua, ou na casa que lhes servia de refúgio, e de lá, sem qualquer formalidade, conduzidos provisoriamente ao lugar onde se encontrava algum comitê de quarteirão, e aí eram muitas vezes torturados. Depois, num daqueles trágicos “autos da morte”, eram conduzidos para fora da cidade. Aí eram crivados de balas e abandonados à beira de um fosso, à espera que viessem no dia seguinte as ambulâncias recolher a carga macabra”.


Nas raras vezes em que possuímos algum particular de seu comportamento face à morte, uma palavra fugida dos lábios antes da execução, não pode deixar de impressionar-nos com a coragem e o sentido cristão desses religiosos no momento supremo. Conta-se do padre Sérgio Cid que interrogado para que declarasse quem era, respondeu com uma espécie de ênfase: “Eu sou um padre salesiano”. E quando estava para ser fuzilado, dirigiu-se aos homens do pelotão de execução para dizer-lhes: “Deus vos perdoe, como eu vos perdoo de coração!”.
Os salesianos espanhóis empenharam-se em alcançar a glorificação de seus confrades martirizados. De 1953 a 1957 os três processos informativos foram constituídos nas respectivas sedes diocesanas, depois a causa dos mártires espanhóis foi introduzida em Roma. Em 1999, a Congregação para as Causas dos Santos publicou o decreto sobre o martírio de 32 mártires salesiano da Espanha.

Republicanos espanhóis treinam pontaria em uma estátua de Cristo, década de 30: para as esquerdas, apenas seus mortos contam

Bandos armados milicianos saqueiam objetos da Igreja. . .

Padres salesianos assassinados pelos comunistas, 1936.

Espanha. 1936: O sujeito parece debochar do cadáver da freira. . .

Uma igreja destruída pelos comunistas, Espanha, 1936

Túmulos de eclesiásticos profanados em uma Igreja espanhola, 1936

Profanação de túmulos: Cadáveres de padres e freitas expostos à execração pública, pelos comunistas, Espanha, 1936

Sejamos corajosos para DENUNCIAR o comunismo e sua história sangrenta que em menos de 1 secúlo fez mais de 100 MILHÕES DE MORTOS!

Publicado em 14 de outubro de 2010, em Comunismo. Adicione o link aos favoritos. 3 Comentários.

  1. Olá amigo, Corrija por favor a parte final de seu texto. Que em menos de um século o comunismo-socialismo matou 100 milhões! Não esqueça as matanças no Cambodja, na Cuba Fidelista e na URSS de Stálin e de Brejnév.

  2. As guerrilhas na Colombia (aquelas que apesar da origem cheias de ideologias de esquerda, atualmente vivem do narcotráfico e extorsão mediante sequestros) conta com inúmeros partidários e simpatizantes aqui no Brasil também, porquanto, fornecem idéias acerca dos poderes paralelos que desafiam o estado de direito. Quando membros de poderes paralelos (exemplo: líderes de organizações de narcotráfico) são perseguidos por suas atuações desafiadoras, logo se socorrem das leis que lhes garantam direitos. Mas quando estão no poder NÃO se lembram dos direitos humanos (os quais sempre se socorrem quando são perseguidos por forças do estado) , massacram sem piedades seus oponentes, queimam em pneus, e exibem suas armas modernas perante as cameras de TV, certos que ficaram impunes.

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