Arquivo diário: 16 de outubro de 2010

O princípio "Solo Christus" visto por um ex-protestante

O princípio “Solo Christus” visto por um ex-protestante
LUIZ FERNANDO PÉREZ
No tempo em que nos importa viver, no qual os ventos do ecumenismo tornam a soprar cada vez com mais firmeza, não é nada fácil tentar dizer três ou quatro verdades sobre os nossos “irmãos separados”. Eu, que durante nove anos de minha vida fui protestante, sei como é estar dos dois lados da cerca. É uma experiência inegavelmente peculiar. Apesar de encontrarmos do lado protestante uma grande maioria que julga que o catolicismo romano não é cristão, do lado católico não observamos com abundância aqueles que colocam em dúvida a natureza cristã do protestantismo. Sem querer valorizar demais, posto que não vale a pena, a opinião anti-católica deste grupo de protestantes, creio ser necessário comentarmos alguns pontos chave para que os católicos em geral, ou pelo menos aqueles que mantém um contato maior com protestantes, reconheçam que deveriam ser menos otimistas quanto à existência de um elemento cristão genuíno no cristianismo protestante.

Desde seu surgimento, na reforma, o protestantismo elaborou uma série de lemas que se tornaram verdadeiros dogmas de fé do cristianismo protestante. Analisaremos um desses lemas, e vejamos o que ocorre na prática.

Solo Christus

A princípio nada haveria de me opor a esta doutrina essencial da fé cristã pela qual reconhecemos que a figura e a pessoa de Jesus Cristo é, por si só, o centro de nossa vida e esperança. Indubitavelmente, sem Cristo não há cristianismo. Contudo, acontece que na Bíblia ocorre uma realidade muito clara: uma vez que Jesus Cristo se encarnou e fundou sua Igreja não podemos mais separar a realidade de Cristo com a realidade da Igreja. A Palavra de Deus é clara neste ponto: A Igreja é o Corpo de Cristo (Cl 1,18). Diz mais: A Igreja é a Sua Plenitude (Ef 1,23). Quem persegue a Igreja, persegue o Cristo (At 9,1-6) e, caso a relação não esteja suficientemente nítida, podemos perceber que a relação entre Cristo e a Igreja é um mistério ao qual São Paulo compara ao mistério da união entre o homem e a mulher (Ef 5,31-32).

Portanto, dizemos a verdade se ensinamos que não pode crer em “Solo Christus” aquele que aceita o Cristo, mas rejeita a Igreja, indissoluvelmente unida a Ele por toda a eternidade. Por isso o Símbolo Niceno-Constantinopolitano afirma em um de seus pontos: “Creio na Santa Igreja Católica e apostólica”. Ou seja, desde a antiguidade era demonstrado que a fé ou crença na Igreja era parte da fé cristã. E se o Cristo em pessoa afirmou, sobre o matrimônio, que “o que Deus uniu o homem não separe”, mais ainda devemos crer que a união de Cristo com a Igreja está selada eternamente por vontade divina.

Se isto está claro, cabe aqui uma pergunta: atacar a unidade da Igreja não é exatamente o mesmo que atacar o Cristo? É cristão, portanto, dividir o corpo de Cristo em milhares de fragmentos? Ou, pelo contrário, a divisão da unidade do corpo de Cristo não é a arma mais poderosa que satanás poderia se servir durante a história da Igreja?

Quando era protestante, eu via como secundário este assunto de unidade da Igreja e, acima de tudo, sacrificável ao “deus” da pureza doutrinária. Ou seja, a verdadeira doutrina expressa “somente na Bíblia” está um tesouro de muito mais valor que a unidade visível da Igreja de Cristo. Porém não era somente isso. Assim como a imensa maioria dos protestantes, eu tinha um conceito sobre a Igreja que não se acha em lugar nenhum da Bíblia, a não ser através de interpretações torcidas e contorcidas. É o que eu chamo de conceito “docetista” da Igreja, onde se tira a noção de que possa haver uma Igreja visível, organizada e hierarquizada, para se aceitar uma Igreja desorganizada, invisível, pseudo-etérea, sem unidade orgânica real.

Sem muita demora, vejamos o que diz a Bíblia sobre a Igreja:

1- Cristo deixou muito claro que a unidade dos cristãos deveria ser semelhante à sua unidade com o Pai e que por essa unidade o mundo deveria crer.

2- A Igreja teria uma hierarquia muito bem definida: apóstolos, entre eles Pedro, o primeiro, e logo os bispos e anciãos (presbíteros).

3- A Igreja adotaria um sistema de análise chamado Conciliar, tal e como se vê em Atos 15, com o particular fato de que Pedro iniciou os debates sobre os temas em pauta naquele concílio. Além disso, as disposições do Concílio eram de aceitação obrigatória por toda a Igreja.

4- Os apóstolos eram intolerantes com aqueles que causavam divisões. Encabeçados por Paulo, que teve que se depara com os “denominacionalismos” de Corinto (1Cor 1,10-13). Também ele deu a Tito uma ordem bem clara sobre o que ele deveria fazer com aqueles que causassem divisões. Deveria admoestá-los primeiro e depois expulsá-los da Igreja, porque haviam-se pervertido (Tt 3,10-11). Judas (Jd 19) coloca que os que causam divisão não possuem o Espírito. E, digamos alto e claro, o apóstolo João mostra em 1Jo 2,18-19 que os que saem da Igreja são anti-cristos, ainda que alguns queiram interpretar este versículo de uma forma mais suave.

Bem, alguém deve estar se perguntando: “E o que tem a ver isto tudo com o protestantismo e ‘Solo Christus’?”. Respondo: Tem tudo a ver! E mais: o protestante que entende esta realidade, se é honesto e inteligente, necessariamente tem de deixar de ser protestante, a menos que queira pecar gravemente contra Deus.

É evidente que um sistema religioso que afirma aceitar inteiramente o Cristo e todo o seu ensinamento, mas que leva em sua essência o vírus mortal da divisão do corpo de Cristo, somente pode ser definida como anti-cristo. Anti-cristã. Não há justificativa alguma ao fato de que o protestantismo tem sido absolutamente incapaz de manter uma unidade eclesial interna minimamente respeitável. Quando os protestantes se insurgem em apontar, com seus tratados e comentários bíblicos, os erros doutrinários do catolicismo, não se dão conta que a simples existência de uma miríade de denominações protestantes independentes umas das outras é, nos seus olhos, uma trave de proporções apocalípticas.

Parece forte dizer isso, mas a verdade é que o protestantismo é a negação de Cristo desde o momento em que, na prática, nega a existência de uma só Igreja de Cristo, com uma só fé, com um só batismo e um só credo. E, negando a existência dessa Igreja, que é o corpo de Cristo, está se negando o próprio Cristo, ainda que inconscientemente. Ponto final!

Se o protestantismo tivesse a capacidade de ter se organizado em uma só denominação, poderíamos hoje contemplar a reforma de um prisma totalmente diferente. Porém, a reforma não foi o que pretendia ser, senão o maior levante de aniquilação da Igreja, com a desculpa de uma verdadeira mudança. Aproveitaram da fraqueza da Igreja da época para tentar destruí-la por completo, mas, graças a Deus, foi na fraqueza que a Igreja despertou com força para novos desafios, ainda que lhe custasse muito recuperar o que havia perdido com a corrupção interna e os desajustes doutrinais e externos.

Para finalizar, ainda me caberia verificar muitas das ramificações desse desastre que é o protestantismo para a cristandade, mas me contentarei em assinalar pelo menos algumas poucas incoerências da agressiva dinâmica dialética que os protestantes usam contra a Igreja Católica:

1- Os protestantes rejeitam a Igreja Católica por não se basear somente na Bíblia. A verdade é que eles, que dizem basear-se somente na Bíblia, não conseguem chegar a um acordo sobre doutrinas como a Eucaristia, sacramentos, organização eclesial, doutrinas da graça e salvação (calvinismo e arminianismo), etc., etc., etc.

2- Os protestantes atacam a Igreja Católica por valorizar o papel da Tradição, mas eles mesmos são escravos de suas próprias tradições interpretativas da Palavra de Deus. E, ainda por cima, aceitam grande parte da linguagem e do conteúdo doutrinal que a eles chegou através da…Tradição da Igreja (Trindade, Cânon da Bíblia, Filioque, Pecado Original, Domingo como dia do Senhor).

3- Os protestantes usam a Bíblia como uma arma contra determinadas doutrinas e práticas católicas, porém nada dizem sobre o que essa mesma Bíblia fala sobre divisões na Igreja, tão presente nas suas igrejas.

4- Os protestantes atacam a Igreja Católica acusando-na de possuir um sistema de governo ditatorial, porém resulta que boa parte das igrejas protestantes exercem uma tirania a nível denominacional que faria você rir da severidade disciplinar do cardeal Ratzinger.

Por fim, para não estender-me demais, terminarei com uma reflexão. Creio que tanto aqueles que nasceram numa família protestantes como aqueles que saíram da Igreja Católica para o protestantismo deveriam voltar com urgência para a Igreja de Cristo. É incompatível ser de Cristo e pertencer a um sistema religioso que está dividindo continuamente o corpo de Cristo, que nega o princípio da eficácia regeneradora que o Espírito Santo possui na sua condução da Igreja. Muitos protestantes nunca tinham sido defrontados com esta realidade que estou escrevendo. Outros tomaram conhecimento, mas resolveram continuar seguindo suas vidas separados da Igreja, e, portanto, apesar de se revoltarem ao ler isto, separados de Cristo.

É nossa missão evangelizá-los e/ou resistir às suas tentativas de levar católicos da Igreja de Cristo. Sem dúvida, muitos católicos precisam de um contato maior com Cristo, porém este encontro não se dá fora do Corpo de Cristo, nas igrejas protestantes, mas um encontro na Igreja do Cristo verdadeiro.

Traduzido para o Veritatis Splendor por Rondinelly Ribeiro Rosa.

Veriatis Splendor

Identidade litúrgica: o que se celebra?

Hoje o mundo vive uma crise litúrgica. As mudanças foram ocorrendo a passos curtos, porém, já percorreram uma longa distância. Isso fez com que a mentalidade atual ficasse “habituada ao erro”, enraizada num modo de agir que “aparentemente não tem nada demais”, fruto da falta de formação e de uma postura egocêntrica adotada pelos fiéis. Por isso a importância de fazer com que os fins a que se destina a ação litúrgica sejam novamente compreendidos e vivenciados de forma sacra. Pois, segundo Gamber, temos passado, de uma forma exagerada, a pôr o acento na atividade dos participantes, colocando num segundo plano os próprios elementos do culto.

O próprio Sumo Pontífice vem tentando resolver as questões da liturgia, tão mal compreendidas por leigos e até mesmo por Sacerdotes. Reconhecê-la como uma propriedade, ao seu bel prazer, é dar margens a gostos e inclinações pessoais, deixando de lado o sentido da liturgia e desconsiderando 2000 anos de Tradição.

A liturgia é extremamente rica, com um vasto simbolismo presente na Santa Missa, e em especial a Celebração versus Deum, vulgarmente chamada de “de costas”. Neste posicionamento há uma consonância maior entre a Igreja militante e a triunfante, pois toda a Ecclesia, sacerdote e fiéis, está voltada para Deus, em uma comum união. O sacerdote, como capitão da barca, um alter Christus, deixa de ser o foco – o qual nunca deveria ter sido – e se volta, juntamente com todos os fiéis, para o verdadeiro centro da Liturgia. Além disso, o versus Deum permite uma compreensão melhor do sentido sacrificial, gerando nos crentes uma postura digna ao participar do mistério da Cruz que se faz presente na Santa Missa. Ademais, faz com que os abusos litúrgicos sejam suprimidos, em detrimento de uma postura mais piedosa e em consonância com o ethos litúrgico milenar.

Durante a celebração eucarística, o Filho de Deus quer unir-se conosco, através da perpetuação incruenta do Seu sacrifício. Por isso, após a consagração, o sacerdote, fazendo as vezes da Pessoa de Cristo, volta-se ad Orientem, como forma de reforçar a orientação espiritual da liturgia. Este rico simbolismo litúrgico remonta às tradições mais fundamentais do Cristianismo. Infelizmente, a heresia do arqueologismo, que tenta recriar o cenário da dita igreja primitiva, rompe com todo o desenvolvimento orgânico do senso da Liturgia. Em outros ritos, o mistério do altar, em especial o momento da Consagração, é guardado e reservado. No Rito Bizantino as portas da iconostase – porta santa – que apenas clérigos podem usar -, porta diaconal e porta setentrional -, se fecham em silêncio no ápice da Celebração. Do mesmo modo, no Rito Armênio, as cortinas são abertas para conservar o mistério. No Rito Romano houve, por muito tempo, a jubé que, mesmo não sendo uma barreira intencional entre o clero e o povo – sua destinação era criar um ambiente apropriado para a oração monástica e as Missas conventuais – separava o altar-mor da nave. Entretanto, depois do Concílio de Trento, as jubés foram retiradas partindo das definições conciliares que pediam maior acesso dos fiéis ao altar. São Carlos Borromeu enfatizou a importância da visibilidade do altar-mor. Assim, foi construída a Igreja de Gesú, em Roma. Não obstante, a posição versus Deum e, em especial, as orações com voz submissa, encarnam o mesmo caráter oculto, sublime, místico e misterioso da Celebração; seriam a “iconostase ocidental”.

Destarte, por mais absurdo que possa parecer, algumas pessoas concebem a existência de abusos, dos mais variados, no rito de Paulo VI, justificados como expressões de alegria, criatividade, mas não os acham devidos nos ritos Romano Tradicional, Bizantino, Armênio, Copta etc. Claro que o sentido litúrgico é exatamente o mesmo em todos os ritos, a mesma realidade sobrenatural se faz presente. Assim, para tais católicos, é como se “tudo lhes fosse permitido e conveniente” na forma ordinária, um indulto que sanciona todo o tipo de balbúrdia, originando, dessa forma, um caos na antípoda do correto espírito sacrificial. O resultado dessa mentalidade é um círculo vicioso mui destrutivo onde um “pequeno desvio” origina uma diversidade de erros.

A Igreja é o Corpo Místico de Cristo e, como tal, reflete a perfeição e ordem do Deus que a edificou. Só que, muitas vezes, o homem, com toda a atual visão antropocêntrica, fere esse princípio, tentando subordinar o que é divino ao que é humano. A liturgia usa sinais visíveis para expressar uma realidade invisível, agora imagine o quão grave é a falta de reverência, quando não irreverências, de alguns fiéis diante de tais sinais? É inconcebível pensar que existem crentes preocupados em transformar a liturgia naquilo que pré-estabelecem, tentando “ajustar” ao que apreciam.
Isso permite que a própria celebração se transforme numa representação que não condiz com o espírito do Calvário. Os ritos iniciais se transformam numa entrada “alegórica” de diversos leigos com cartazes, faixas, se assemelhando a uma verdadeira peça teatral, com direito até a coreografia. O canto de entrada mais parece uma “ola” num estádio de futebol. O ato penitencial? Ah, esse é feito sem reverência, sem piedade e sem contrição, com músicas muitas vezes que levam os fiéis a pensar em tudo o que está ao seu redor ou até mesmo fora da Igreja, mas não a interiorizar e a refletir sobre os próprios pecados, sequer permite o exercício de um exame de consciência com toda a humildade que é essencial. O Glória é por vezes acompanhado com palmas e danças. E na Oração Eucarística sempre se canta uma música entre a consagração das Oblatas. Isso sem falar na oração da paz, o momento onde Sacerdote e fiéis “rezam juntos”, muitas vezes, infelizmente, a pedido do próprio Presbítero. Silêncio pós-comunhão? Não há, é a “hora de colocar o papo em dia”, afinal, as músicas animadas não param de tocar. Se faz mister frisar que nós não cantamos na Missa, mas sim, cantamos a Missa. A música não é, na Celebração Eucarística, um componente meramente estético, mas sim uma parte essencial da Ação de Graças. Sobretudo, a música deve possuir a qualidade que é própria do senso litúrgico: a santidade. Deve ser santa e, por isso, deverá romper com tudo o que é profano, sendo condizente com a dignidade do templo e favorecendo a edificação dos fiéis.
A mentalidade do fiel moderno é muito problemática. Os abusos litúrgicos e o espírito da reforma criaram uma verdadeira aberração. Os crentes se viciam no erro, se agarram a ele numa postura egocêntrica que reflete o antropocentrismo do ethos da sociedade atual. As Igrejas estão cheias, com pessoas se ajoelhando na Consagração, mas que não conseguem entender nem mesmo a fé que professam com sensatez. Crêem na Eucaristia mas não fazem uma genuflexão diante do Sacrário, crêem na Presença Real mas não se incomodam com irreverências na Comunhão. Seguem um credo mas não conseguem aplicá-lo a toda a realidade religiosa.
Os fiéis estão fechados, viciados, agarrados ao erro. Muitos não estão dispostos a aprender, se importam apenas com aquilo que os fazem bem, com aquilo que gostam e apreciam (sic). O relativismo cria brechas, “permite” malabarismos retóricos. Ora, se alguém entende a Liturgia como Sacrifício e crê na Eucaristia como o Corpo de Cristo é mais do que natural que acate e siga os ensinamentos da Igreja e o correto espírito litúrgico. Assim, fiéis sem nenhum grande conhecimento teológico, apologético, litúrgico, têm posturas legitimamente católicas, justamente porque raciocinam com a sensatez da crença que professam, aplicam os princípios que seguem. Entretanto, o relativismo faz com muitos outros crentes que também crêem na Liturgia como Sacrifício e na Eucaristia com a sua Presença Real, lancem mão de falácias sentimentalistas para endossar contradições óbvias. Nesse caso, contradições pesadas, já que é uma prática que se coloca na antítese da teoria; acreditam na Presença Real mas desonram a Eucaristia como se não acreditassem, por exemplo.
A lei da oração – lex orandi – reflete diretamente na lei da crença – lex credendi – e por isso é temorosa a situação de centenas de milhares de crentes. A fé é alimentada pela prática, pelos símbolos, pela sua vivência piedosa e fidedigna. O choque entre a teoria da fé e a sua prática corrói e desfavorece a compreensão profunda e plena do que se professa. A crença na Eucaristia, por exemplo, se faz na externalização, com atos de devoção, amor e adoração ao Cristo realmente presente. Entretanto, atitudes irreverentes, frias e nada piedosas ao Corpo e Sangue de Nosso Senhor enfraquecem a fé eucarística. O mesmo paradigma serve para todo arcabouço dogmático e doutrinal da Igreja.
Diante disso, urge um clamor para que os fiéis não se comportem na Celebração Eucarística de forma vã e mundana, quiçá apenas com uma compreensão artificial do Mistério que se faz presente no altar. Não se devem poupar esforços para que os crentes reconheçam o verdadeiro sentido da Liturgia, para o verdadeiro triunfo da causa de Deus. Tudo se inicia a partir de um maior zelo eucarístico e fidelidade ao Sacrifício incruento de Cristo na Cruz. Oxalá os cristãos compreendam a magnanimidade da celebração com todo o seu rico simbolismo, em especial a posição versus Deum, para que possam se entregar ao real sentido do sacrifício e permitir a transmissão da riqueza milenar da Igreja.

Bethânia Bittencourt, solteira, é fonoaudióloga e membro do Ministério Anticorpos, destacado grupo católico, de formação apologética, na Bahia.

http://www.veritatis.com.br/doutrina/sacramentos/927-identidade-liturgica-o-que-se-celebra

Nossa Senhora:Espelho da perfeição

Hoje postarei 2 videos que explicam muito bem os dogmas da Igreja Católica sobre Nossa Senhora e por que és digna de Veneração!