Arquivo diário: 21 de outubro de 2010

Técnica: Se eu sou neo-ateu, então você é neo-cristão.

Técnica: Se eu sou neo-ateu, então você é neo-cristão.

Recentemente, muitos teístas tem sido confrontados com um tipo de argumentação esdrúxula ao desmascarar neo-ateus, que os iguala aos que estão sendo refutados. Segundo os neo-ateus, estariamos vendo o surgimento de um “neo-cristianismo” ou de “neo-teístas”. Longe de representar um argumento lógico, essa é apenas uma forma de intimidação usada para travar o debate.

Esse truque funciona mais ou menos assim:

  • FORISTA: Que tal falarmos sobre o NEO-cristianismo criado por essa comunidade? HAHAHAHA…/Essa comunidade possui apenas neo-cristãos! kkkkk

A intenção é, mais ou menos, tentar igualar o uso do termo “neo-cristão” ao termo “neo-ateu.” E é claro que isso está errado.

Primeiro, que o termo neo-ateu NÃO foi inventado por teístas. Ele é um movimento específico, com origem nos escritos de Dawkis e outros, que até UTILIZAM o termo.

Relembrando um post recente, sobre o termo “neo-ateu” ter sido inventado por teístas, temos as seguintes informações que fazem a correlação entre Dawkins/Harris/Hicthens-neo-ateísmo e movimento público:

Victor Stenger (estão lembrados dele do post Ateus são fortes, Teístas são fracos?), que lançou um LIVRO chamado “The New Atheism” (gravura acima), reconheceu a existência do movimento e sua origem em artigo:

Em 2004, Sam Harris publicou “O Fim da Fé: Religião, Terror e o Futuro da Razão“, o qual veio a se tornar um grande bestseller. Isso marcou um início de séries de bestsellers que endureceram mais a linha contra a religião do é comum entre os secularistas: Carta a uma Nação Cristã, por Sam Harris (2006); Deus, um Delírio, por Richard Dawkins (2006); Quebrando o Encanto: Religião como um Fenômeno Natural, por Daniel C. Dennett (2006); Deus: A Hipótese Falha. Como a Ciência Mostra que Deus não Existe por Victor J. Stenger (2007) e Deus Não é Grande: Como a Religião Envenena Tudo (2007), por Christopher Hitchens.

Esses autores foram reconhecidos como líderes do movimento chamado Neo-Ateísmo. [2]

Um texto parecido com esse pode ser encontrado no site de Richard Dawkins – aqui. Aliás, quem entrar no site do sr. Dawkins e digitar “new atheism” no campo de busca (topo à direita) vai achar mais toneladas de arquivos falando sobre o assunto.

Ainda havia mais provas, demonstrando que o movimento refletiu em usuários da internet. Veja:

Não é preciso gastar nem dois minutos em sites como o Orkut e Google para descobrir que ele refletiu SIM em várias pessoas. Temos, por exemplo, essa foto de Richard Dawkins com os dizeres “Eu sou neo-ateu”, tirada de um perfil chamado “Neo-Ateus” no orkut (clique para ampliar):

Original (com MUITAS outras fotos, inclusive o velho “Seja Neo-Ateu, Seja livre!” – discurso de autoajuda, como vimos) aqui:  http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom?uid=4513215003641847349&pid=1231174173982&aid=1$pid=1231174173982

Portanto, quando alguém usa o termo “neo-ateu” para se referir a um papagaio de Dawkins, NÃO está usando essa aplicação arbitrariamente, já que usa documentos EXTERNOS que COMPROVAM a existência do neo-ateísmo.

E o neo-cristianismo, será que existe?

A menos que tragam DOCUMENTOS, o termo “neo-cristão” ou “neo-teísta”, esse sim, é uma invenção dos adversários ideológicos (coisa que eles nos acusavam de fazer ao usar o termo “neo-ateu”).

Então, apenas na hipótese de que ele PROVE que existe o movimento “neo-cristão” organizado, ele terá suporte lógico para usar o termo  “neo-cristão” em um debate. Se não provar, é “bullshit” e apelidinho para trollar na internet. E se for bobagenzinha para tentar intimidar, deve ser denunciado imediatamente.

E por que esse estratagema ocorre?

Ele deve ocorrer porque os neo-ateus faziam propaganda, propaganda, difamação, difamação e os cristãos escutavam tudo calados.

Mas, hoje, já se esboça uma reação, e quando um neo-ateu mente, leva um chute nos fundilhos.

Fez difamação? É desmascarado.

Mentiu de novo? Mais um chute nele.

Como eles não estavam acostumados a difamar e receber de volta com a mesma força (mas com honestidade), decerto eles estranham. E acham que somos “neo-teístas”.

O problema é que dar a resposta à altura não é nada mais do que o cristianismo TRADICIONAL. Basta lembrarmos das ações de Jesus expulsando os vendilhões do templo, por exemplo. Não há nada de “neo-cristianismo” aí.

Chamar quem segue essa atitude de “neo-cristão” é, no mínimo, ignorância histórica e, no máximo, desonestidade mal-intencionada. Não duvide de nenhuma das opções.

Em resumo, as falhas são essas:

  1. Lembre que a constatação da existência do “neo-ateísmo” não é algo inventado na internet, é sim a constatação de uma fonte de influência cultural específica que pode ser detectada por parâmetros objetivos;  assim, para haver algum paralelo, peça para ele apresentar os DOCUMENTOS que provam a existência do movimento “neo-cristianismo”, como temos para o “neo-ateísmo“”;
  2. Caso ele diga que você é “neo-cristão” por responder às provocações, deixe claro que este é o cristianismo TRADICIONAL, , sendo, portanto, idiotice rotulá-lo com “neo”;
  3. Se vier acompanhado de alguma difamação (do tipo “Você é contra os ateus”), deixe claro sua posição e não aceitei NENHUMA manipulação do que você diz ou defende;

A refutação funciona dessa forma:

  • NEO-ATEU: se eu sou neo-ateu, então eu posso dizer que vocês são neo-cristãos nessa comunidade kkkkk
  • REFUTADOR: Você tem os documentos provando a existência de um movimento chamado “neo-cristianismo”? Ou você INVENTOU o termo, como forma de difamação? Quando uso o termo neo-ateu, não fui que inventei ele, só estou constatando a existência de algo por fontes indepentes. Se não houver nada para o “neo-teísmo”, então é INVENÇÃO sua…
  • NEO-ATEU: Ok, naum tenho provas…. Mas voces respondem aos neo-ateus, por isso devem ser considerados neo-teistas tbm…
  • REFUTADOR: Não, pois esse é o cristianismo tradicional. Responder à altura sempre foi um dos exemplos deixados. Portanto, não há nada de “neo” nisso…
  • NEO-ATEU: mas eu posso dizer que vocês são neo-teístas, pois vocês são contra os ateus.
  • REFUTADOR: Mentira, pois eu não disse que sou contra os ateus. Só respondo e não deixo barato quando as pessoas fazem difamações e mentiras sobre a religião. Você consegue entender, não consegue?

[e assim vai, até neutralizar a bobagem]

Feito isso, mais uma técnica de intimidação neo-ateísta vai por água abaixo.

Conclusão

Podemos entender esse estratagema como um mero subproduto do ato de desmascaramento do neo-ateísmo. Agora que a situação começou a ficar incômoda pela notoriedade e rejeição do comportamento neo-ateu, eles retiram a poeira de uma velha tática de seus amigos humanistas do comunismo: “Ao encarar o inimigo, lembre-se; acuse-o do que você é”.

Fonte:http://quebrandooencantodoneoateismo.wordpress.com/2010/10/21/tecnica-se-eu-sou-neo-ateu-entao-voce-e-neo-cristao/

 

Subversão Soviética da Imprensa do Mundo Livre

Contra fatos não a argumentos!
Entrevista completa (1:20, em 9 partes no YouTube) com Yuri Alexandrovitch Bezmenov (*1939 +1997), desertor da KGB e funcionário da agência Novosti. O entrevistador é o autor e comentador político G. Edward Griffin. O ano da entrevista é 1984.
Yuri Alexandrovitch Bezmenov nos dá uma breve porém muito clara subversão sobre o que é o comunismo na antiga União Soviética!
E isso não seria diferente para Cuba,Corea do Norte, e outros países comunistas!
E se continuar desse jeito logo logo nosso vergonhoso Brasil.Aonde uma grande parte do povo é comprado com bolsa familia e outros kits solidariedade,em que o governo leva a fama de Triunfante e quem paga é voce que paga o imposto mais alto do MUNDO!

Magistério da Igreja – Papa condena outra vez a Teologia da Libertação

DISCURSO DO PAPA BENTO XVI
AOS PRELADOS DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL
 DOS BISPOS DO BRASIL DOS REGIONAIS SUL 3 E SUL 4
EM VISITA «AD LIMINA APOSTOLORUM»

Sala do Consistório
Sábado, 5 de Dezembro de 2009

Venerados Irmãos no Episcopado,

Dou as boas-vindas e saúdo a todos e cada um de vós, ao receber-vos colegialmente no quadro da vossa visita ad limina. Agradeço a Dom Murilo Krieger as expressões de devotada estima que me dirigiu em nome de todos vós e do povo confiado aos vossos cuidados pastorais nos Regionais Sul 3 e 4, expondo também os seus desafios e esperanças. Ouvindo estas coisas, sinto elevarem-se do meu coração ações de graças ao Senhor pelo dom da fé misericordiosamente concedido às vossas comunidades eclesiais e por elas zelosamente conservado e arduamente transmitido, em obediência ao mandato que Jesus nos deixou de levar a sua Boa Nova a toda a criatura, procurando impregnar de humanismo cristão a cultura atual.

Referindo-me à cultura, o pensamento dirige-se para dois lugares clássicos onde a mesma se forma e comunica – a universidade e a escola –, fixando a atenção principalmente nas comunidades acadêmicas que nasceram à sombra do humanismo cristão e nele se inspiram, honrando-se do nome «católicas». Ora «é precisamente na referência explícita e compartilhada de todos os membros da comunidade escolar – embora em graus diversos – à visão cristã que a escola é “católica”, já que nela os princípios evangélicos tornam-se normas educativas, motivações interiores e metas finais» (Congr. para a Educação Católica, Doc. A escola católica, n. 34). Possa ela, numa convicta sinergia com as famílias e com a comunidade eclesial, promover aquela unidade entre fé, cultura e vida que constitui a finalidade fundamental da educação cristã.

Entretanto também as escolas estatais, segundo diversas formas e modos, podem ser ajudadas na sua tarefa educativa pela presença de professores crentes – em primeiro lugar, mas não exclusivamente, os professores de religião católica – e de alunos formados cristãmente, assim como pela colaboração das famílias e pela própria comunidade cristã. Com efeito, uma sadia laicidade da escola não implica a negação da transcendência, nem uma mera neutralidade face àqueles requisitos e valores morais que se encontram na base de uma autêntica formação da pessoa, incluindo a educação religiosa.

A escola católica não pode ser pensada nem vive separada das outras instituições educativas. Está ao serviço da sociedade: desempenha uma função pública e um serviço de pública utilidade, não reservado apenas aos católicos, mas aberto a todos os que queiram usufruir de uma proposta educativa qualificada. O problema da sua paridade jurídica e econômica com a escola estatal só poderá ser corretamente impostado se partirmos do reconhecimento do papel primário das famílias e subsidiário das outras instituições educativas. Lê-se no artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos do Homem: «Os pais têm direito de prioridade na escolha do gênero de educação a ser ministrada aos próprios filhos». O empenho plurissecular da escola católica situa-se nesta direção, impelido por uma força ainda mais radical, ou seja, a força que faz de Cristo o centro do processo educativo.

Este processo, que tem início nas escolas primária e secundária, realiza-se de modo mais alto e especializado nas universidades. A Igreja foi sempre solidária com a universidade e com a sua vocação de conduzir o homem aos mais altos níveis do conhecimento da verdade e do domínio do mundo em todos os seus aspectos. Apraz-me tributar aqui a mais viva gratidão eclesial às diversas congregações religiosas que entre vós fundaram e suportam renomadas universidades, lembrando-lhes, porém, que estas não são uma propriedade de quem as fundou ou de quem as freqüenta, mas expressão da Igreja e do seu patrimônio de fé.

Neste sentido, amados Irmãos, vale a pena lembrar que em agosto passado, completou 25 anos a Instrução Libertatis nuntius da Congregação da Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, nela sublinhando o perigo que comportava a assunção acrítica, feita por alguns teólogos de teses e metodologias provenientes do marxismo. As suas seqüelas mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas. Suplico a quantos de algum modo se sentiram atraídos, envolvidos e atingidos no seu íntimo por certos princípios enganadores da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece de mão estendida; a todos recordo que «a regra suprema da fé [da Igreja] provém efetivamente da unidade que o Espírito estabeleceu entre a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, numa reciprocidade tal que os três não podem subsistir de maneira independente» (João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 55). Que, no âmbito dos entes e comunidades eclesiais, o perdão oferecido e acolhido em nome e por amor da Santíssima Trindade, que adoramos em nossos corações, ponha fim à tribulação da querida Igreja que peregrina nas Terras de Santa Cruz.

Venerados Irmãos no episcopado, na união a Cristo precede-nos e guia-nos a Virgem Maria, tão amada e venerada nas vossas dioceses e por todo o Brasil. Nela encontramos, pura e não deformada, a verdadeira essência da Igreja e assim, através dela, aprendemos a conhecer e a amar o mistério da Igreja que vive na história, sentimo-nos profundamente uma parte dela, tornamo-nos por nossa vez «almas eclesiais», aprendendo a resistir àquela «secularização interna» que ameaça a Igreja e os seus ensinamentos.

Enquanto peço ao Senhor que derrame a abundância da sua luz sobre todo o mundo brasileiro da escola, confio os seus protagonistas à proteção da Virgem Santíssima e concedo a vós, aos vossos sacerdotes, aos religiosos e religiosas, aos leigos empenhados, e a todos os fiéis das vossas dioceses paterna Bênção Apostólica.

© Copyright 2009 – Libreria Editrice Vaticana

Fonte:http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2009/december/documents/hf_ben-xvi_spe_20091205_ad-limina-brasile_po.html

Comentario.
Infelizmente muitos padres e bispos no Brasil ainda não estão sendo obedientes ao Magisterio da Igreja de Cristo!
E percebemos essa desobediencia agora nas eleições 2010 encobrindo os partidos SOCIALISTAS entre eles o PIOR de todos (PT).
Quando um Bispo se pronuncia contra esse partido,logo vem um bispo e encobre com uma censura!
Eles estão preucupados com status na midia,e esquecem  do olhar de Deus!Que é misericordioso mas acima de TUDO DEUS é JUSTO!

 

Porque Eu Acredito Na Bíblia ?

Porque Eu Acredito Na Bíblia – Voddie Baucham [1/3]

Porque Eu Acredito Na Bíblia – Voddie Baucham [2/3]

Porque Eu Acredito Na Bíblia – Voddie Baucham [3/3]

Traduzido por:Deus em Debate

Comentario:Queridos irmãos,estou postando esses videos sobre Apologética para que nós Cristãos nos fortifiquemos na nossa Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo!
E não seja qualquer pessoa que tem pensamentos seculares que abalem sua Fé ou sua Crença!

Se Deus é bom e poderoso, como coisas ruins acontecem?

Se Deus é bom e poderoso, como coisas ruins acontecem? – Voddie Baucham

Traduzido por:Deus em Debate

O Problema do Mal

O Problema do Mal – William Lane Craig

Traduzido por:Deus em Debate