Diferença entre Imagem e Ídolo

 

Imagem não é o mesmo que ídolo. Chama-se ídolo: uma imagem falsa, um simulacro a que se atribui vida própria, conforme explica o profeta Habacuc (2, 18). Eis o que claramente indica Habacuc, dizendo: “Ai daquele que diz ao pau: Acorda, e a pedra muda: Desperta” (Hc 2, 19)

A Bíblia reza no livro de Josué: “Josué prostrou-se com o rosto em terra diante da arca do Senhor, e assim permaneceu até à tarde, imitando-o todos anciãos de Israel” (Jos 7, 6).

Terão sido idólatras Josué e os anciãos de Israel?

Foi Deus ainda que ordenou a Moisés levantar uma “serpente” de metal (Nm 21,8) e todos os que olhassem para ela seriam curados. Ora, que “olhar” é esse que confere uma cura milagrosa diante de uma estátua de metal?

Temos as provas de como esse culto era já uma pré-figura do culto à Deus nas palavras de S. João, que diz que tal “serpente” era o símbolo do Cristo crucificado: “Bem como ergueu Moisés a serpente no deserto, assim cumpre que seja levantado o Filho do Homem” (Jo 3, 14).

Por acaso caíram também Moisés e S. João, e até o Espírito Santo (autor da Sagrada Escritura) em crime de idolatria? É claro que não.

 A idolatria consistiria em achar que a divindade está em uma estátua, por exemplo. Ou seja, teríamos que colocar alimentos para as imagens, como faziam os romanos, os egípcios e os demais povos idólatras. Teríamos que achar que Deus e o santo são a mesma pessoa. No fundo, seria dizer que S. Benedito não é e nem foi S. Benedito, mas foi Deus, etc.

 Nunca se ouviu algum católico defendendo que o Santo era Deus! Mesmo porque isso seria cair em um panteísmo (defendido por Calvino e Lutero em algumas de suas obras). Para se dizer que os católicos adoram os santos, eles teriam que dizer que S. Benedito, por exemplo, não é S. Benedito, mas Deus.

 E, ainda mais difícil, os católicos teriam que afirmar que S. Benedito é a estátua, uma espécie de amuleto mágico…

 Nenhum católico acredita que o santo seja Deus ou que ele seja a madeira da estátua (como uma divindade). Logo, não há idolatria possível, visto que esta consiste em adorar um falso deus. (Ver a diferença entre os cultos de “latria“, “hiperdulia” e “dulia).

Alguns protestantes argumentam que só é possível fazer imagens quando Deus expressamente permite. Pergunta-se: onde está essa norma na Bíblia? É uma contradição dos protestantes, pois tudo para eles está na Bíblia, todavia, para condenar os católicos, não é necessária a Bíblia…

Deus proíbe a idolatria e não o uso de imagens

 O mesmo Deus, no mesmo livro do Êxodo em que proíbe que sejam feitas imagens, manda Moisés fazer dois querubins de ouro e colocá-los por cima da Arca da Aliança (Ex 25, 18-20). Manda-lhe, também, fazer uma serpente de bronze e colocá-la por cima duma haste, para curar os mordidos pelas serpentes venenosas (Num 21, 8-9). Manda, ainda, a Salomão enfeitar o templo de Jerusalém com imanges de querubins, palmas, flores, bois e leões (I Reis 6, 23-35 e 7, 29).

 Ora, se Deus manda fazer imagens em várias passagens das Sagradas Escrituras (Ex 25, 17-22; 1Rs 6, 23-28; 1 Rs 6, 29s; Nm 21, 4-9; 1Rs 7, 23-26; 1 Rs 7, 28s; etc) e proíbe que se façam imagens em outra, de duas uma, ou Deus é contraditório ou fazer imagens não é idolatria!

 Portanto, fica claro que o erro não está nas imagens, mas no tipo de culto que se presta à elas.

 Os Judeus, saindo da dominação egípcia, um povo idólatra, tinham muita tendência à idolatria. Basta ver o que aconteceu quando Moisés desceu do Monte Sinai com as Tábuas da Lei e encontrou o povo adorando o “Bezerro de Ouro” como se ele fosse uma divindade, um amuleto. É claro, como permitir que um povo tendente à idolatria fosse fazer imagens.

 Nas imagens católicas se representam os santos, que são pessoas que possuem virtudes que os tornam “semelhantes” a Deus, como afirmou S. Paulo: “já não sou eu quem vivo, mas é Cristo que vive em mim“.

 Nas catacumbas encontram-se, em toda parte, imagens e estátuas da Virgem Maria; prova de que tal culto existia no tempo dos apóstolos e foi por eles praticado, ensinado e transmitido à posteridade. Uma das imagens de Nossa Senhora, segundo a tradição, foi pintada pelo próprio S. Lucas e está na catedral de Loreto, exposto à veneração dos fiéis.

 As imagens católicas representam pessoas virtuosas. Virtude essa que provém da graça de Deus. O mesmo não se dava na idolatria, pois os povos idólatras representavam as virtudes e os vícios em seus ídolos.

O Concílio de Trento formalmente legitimou o uso das imagens: As imagens de Jesus Cristo, da Mãe de Deus, e dos outros santos, podem ser adquiridas e conservadas, sobretudo nas Igrejas, e se lhes pode prestar honra e veneração; não porque há nelas qualquer virtude ou qualquer coisa de divino, ou para delas alcançar qualquer auxílio, ou porque se tenha nelas confiança, como os pagãos de outrora, que colocavam a sua esperança nos ídolos, mas, sim, porque o culto que lhes é prestado dirige-se ao original que representam, de modo que nas imanges que possuímos, diante das quais nos descobrimos ou inclinamos a cabeça, nós adoramos Cristo, e veneramos os santos que elas representam (Sess XXV).

O Concílio de Nicéia, o primeiro celebrado na Igreja, no ano de 325, sob o Papa S. Silvestre I e o imperador Constantino, defende o culto das imagens contra os iconoclastas, com um vigor admirável.

Lê-se nos atos deste concílio: Nós recebemos o culto das imagens, e ferimos de anátema os que procedem de modo contrário. Anátema a todo aquele que aplica às santas imagens os textos da escritura contra os ídolos. Anátema a todo aquele que as chama ídolos. Anátema àqueles que ousam dizer que a Igreja presta culto a ídolos.

Fonte:http://www.lepanto.com.br/dados/ApImag.html

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Publicado em 5 de novembro de 2010, em Catolicismo, Comunicados aos Cristãos, Protestantismo. Adicione o link aos favoritos. 14 Comentários.

  1. Parabéns pelo Blog!!!
    Precisamos de mais apologetica CATOLICA no Brasil.

    Parabén pelo post.

    Visite e casdatre-se no Blog Ecclesia Militans

    http://www.igrejamilitante.wordpress.com

    ´La há uma parte de Apologética que pode lhe interessar!

    Pax Christi

    Helen

    • Obrigado pela visita!
      Pelo que vi tem muita coisa que me interessa em seu blog!
      Os Católicos precisam de materias que firmem eles como VERDADEIROS CATÓLICOS e não como catolicos rotulados!
      Fique com Deus Helen que Deus te ilumine!

  2. a quem assemelharemos a deus, a uma imagem de barro feito pela mao de homem, nao, jamais!
    devemos adora-lo com espirito e verdade e sao esses o que ele procura,como ele mesmo disse a tomé: feliz aquele que acredita pela fé, sem ver,deus habita dentro de nós atraves de teu espirito santo, qto as imagens, se tornarao iguais a elas os que as fazem e os que nelas confiam, mortas sem vida!

  3. quem usa imagens na adoraçao é porque nao possui o Espirito Santo, estao cegos diante de Deus ,leiam a biblia em (salmos 115) e verao que Deus nao aceita tal adoraçao, maldito o homem que confia no homem e deixa de ouvir a palavra de Deus (jr 17.5), mas nós crentes, ouviremos o que deus nos revela na biblia (joao 5.39), Deus seja louvado, em nome de Jesus!
    CONHECEREIS A VERDADE E ELA VOS LIBERTARÁ

  4. NAO PODEMOS TENTAR O NOME DO SENHOR COMO ALGUNS FIZERAM NO DESERTO, POIS A IRA DE DEUS NOS ENCOBRIRAR, DEUS É UM DEUS CIUMENTO E NAO DARÁ A SUA A GLÓRIA A IMAGENS DE ESCULTURA OU QUALQUER COISA DO UNIVERSO NAO PODERÁ SE COMPARAR A ELE, SEU PODER ESTÁ ALEM DA COMPLEENSSAO HUMANA, ARREPENDAM-SE E FUGI DA IDOLATRIA! POIS OS IDOLATRAS, SERAO CONDENADOS POR DEUS NA SUA VINDA (1CO 6.10)!

  5. A IDOLATRIA NOS AFASTA DE DEUS! QUE DIA O PAPA FEZ ATRAVES DE DEUS ALGUM MILAGRE AO VIVO EM PRAÇA PÚBLICA? MAS O APOSTOLO VALDEMIRO E OUTROS PREGADORES DO EVANGELHO PURO DE DEUS OU SEJA OS CRENTES, ESTAMOS ACOSTUMADOS A VERMOS MILAGRES A TODO INSTANTE PROFETIZADOS DA BOCA DESSES PROFETAS DE DEUS DIFERENTES DOS FALSOS PROFETAS QUE PREGAM UMA DOUTRINA QUE NAO É DE DEUS POIS DEUS NAO ESTAO COM ESSES LOBOS DISFARSADOS DE OVELHAS A IGREJA CATOLICA REPRESENTA A GDE BABILONIA DE APOCALIPSE QUE SERA CONDENADA POR DEUS FUGI DELA POVO MEU DIZ O SENHOR!
    LEIAM A BIBLIA E ENCONTREM TODAS AS RESPOSTAS PARA SUA SALVAÇAO SOMENTE JESUS É O CAMINHO!

    • João, os católicos, como o Pardal já disse, não são idólatras. Gostei de um exemplo para demonstrar isso que ouvi há um tempo atrás(sintam-se livres para copiá-los).

      Pense o seguinte… Você não olha para alguém bom e diz: “Olhe, um dia eu queria ser como ele(a)” ou então leva uma foto dessa pessoa na carteira para lhe dar motivação nos momentos de dificuldade?

      Pois essa é a idéia dos Santos. Eles tem poder de intercessão perante Deus, o que nos faz rezar a eles(isso não é idolatria, ok? Apenas pedimos que eles *intercedam*, pois os milagres vêm de Deus) e usar a imagem deles apenas como motivação, lembrança e não idolatria àquelas imagens.

      Os Santos são nossos exemplos de vida e fé: Aqueles que sabemos que alcançaram a santidade e por isso queremos seguir seus comportamentos e chegar à mesma Santidade deles. Isso também não é idolatria.

      Depois, ele xingou a Igreja Católica sem mostrar um motivo(a não ser a acusação de que “será condenada por Deus”, também sem nenhum motivo lógico apresentado) razoável(no sentido de razão). Dessa forma, o resto do texto não passou de um chilique.

      E sobre os diversos milagres pregados pela sua Igreja que eles fazem todos os dias, será que são milagres? Já li sobre diversos pastores “ex-defuntos” que não houve comprovação de morte. Além de pastores como o “pastor metralhadora” e, não nos esqueçamos, do pastor do street fight(sim, o jogo). Avaliemos e vejamos se eles são de fato profetas, pois o próprio Cristo alertou que diversos falsos profetas viriam.

      Pra finalizar, você diz que o Papa não faz milagres diariamente ao público, então eu tenho uma perguntinha pra você: Quantos pastores evangélicos tem seu corpo conservado sem explicação nenhuma? Pois é. Agora vá e pesquise sobre corpos incorruptos de Santos Católicos. Porque os tais Santos que supostamente idolatramos apresentam milagres muito mais acreditáveis que os dos seus pastores? É necessário pensar sobre isso.

      PS.: Não li o post, só o comentário do João

  6. Ola meu caro João!Creio que o senhor não leu o texto direito ou não entendeu nada do que esta escrito!
    Nós Católicos não somos idólatras!
    O Catolicismo nunca ensinou isto!
    A Doutrina Católica é Santa e todos os Dogmas são com bases Biblícas!
    Já o mesmo não posso dizer da IMPD!E do Herege Pseudo “apostolo”Valdemir Santiago!
    Pesso que re-leia o texto para que podemos conversar melhor!
    Obs:Leia esse texto e vai entender que vcs chamam de Idolatria não à o minimo sentido!
    http://www.lepanto.com.br/dados/ApSantos.html#DifCulto
    Fique com Deus

    Salve Maria

  7. Quem disse isso? Onde está escrito na biblia que usar imagem de Jesus é sinal de ausência do Espirito santo?

    Deus nunca proibiu o uso de imagens, proibiu a idolatria, que são duas coisas bem diferentes.

    Tem muito Evangélico que só pensa em riqueza e prosperidade e SE ESQUECEM que S. Paulo CONDENA claramente avaraza e ganância como IDOLATRIA, com todas as letras, ele chama aquilo de Idolatria….

    Então concluo, para ler a biblia livre de erros de interpretação precisamos da Santa Igreja, senão vira o Samba do Crioulo doido, ou seja, cada denominação diz uma coisa, e ninguem sabe mais nada. A verdade É UMA SÓ.
    38 MIL Igrejas Evangélicas acham que somente elas têm a verdade. O problema é, cada uma delas discorda entre si! Isso sim é falta do Espirito SANTO!!

    Em cristo!

    • Helen foi muito esclarecedora. Cristo fundou a Igreja Católica… O próprio *Jesus Cristo* nomeou Pedro o primeiro Papa.

      Quem fez as Igrejas Evangélicas? Lutero, Calvino, etc. Honestamente, acredito mais em Jesus Cristo que nesses dois aí.

      Afinal, Jesus morreu e ressuscitou por nós… O que fizeram Calvino e Lutero?

      • Existem 2 coisas para fundar uma Igreja, uma eu não quero e a outra eu não posso.(Morrer e Ressusitar).
        Eu fico assustado com o paradoxo que esse pessoal evangélico cria!
        Coisas como Maria e os Santos não podem interceder por nõs somente Deus.¨Ai eu pergunto o que seu pastorzinho tem feito na sua igreja??não é intercessão?
        O que a Helen citou foi muito claro,e como vc disse o que Calvino e Lutero fez tem um post que explica muito esse tema: https://apologeticanojapao.wordpress.com/2011/02/12/como-se-expandiu-a-reforma-nos-seculos-xvi-e-xvii/
        Agora imaginem se Deus atravez do Papa tivesse que ficar fazendo milagres a toda hora que um incredulo pedisse e a fé dessa pessoa fosse baseada em milagres,pobre desta pessoa.A Fé Católica acredita em milagre mas não faz do milagre um motivo pra poder crer em Deus!
        Obrigado pelo comentario CatolicoResp.

  8. Oi amigos cristaos eu tenho um sete aqui que vcs vao gostar, de uma olhada e depois comentao ok, vlw http://ateus.net/artigos/critica/a-pagina-negra-do-cristianismo-2000-anos-de-crimes-terror-e-repressao/

    • Oi amiga descrente!
      Em primeiro lugar espere pela moderação.
      Como voce deve saber aqui no Japão todos trabalham, e eu tenho pouco tempo para monitorar os comentarios do Blog.
      Então comentarios com chilique serão deletados.Quer respeito então se de o respeito.
      Em relação ao site que voce postou,vou resumir a respostas e lhe indicar leituras serias sobre o assunto,e lhe mostrar o lado oposto que podemos chamar de crimes do ateísmo.

    • Maria:
      Ano um
      O Império Romano garantia a liberdade de culto. O ateísmo e a razão dominavam. É nessa época que nasce um sujeito que, segundo dizem certos judeus,
      perdeu o juízo porque leu o Tora demasiadamente jovem. Ele funda uma seita que visa proibir o culto dos outros deuses, exceto o seu. O sujeito é
      finalmente morto, mas a seita se expande com o êxito que se conhece.
      O culto da personalidade do fundador da seita atinge, nos cristãos, um nível que mesmo o estalinismo não conseguirá igualar: o fundador é proclamado
      “verdadeiro homem e verdadeiro Deus” (“Deus-Homem”, em linguagem comum). Os que duvidam disso são proclamados imediatamente hereges, e
      sofrerão mais tarde os raios da Inquisição. A partir do século IV da nossa era, começará o assassinato dos não-crentes pelos cristãos.

      Refutação:A religião na Roma Antiga caracterizou-se pelo politeísmo, com elementos que combinaram influências de diversos cultos ao longo de sua
      história. Desse modo, em sua origem, crenças etruscas, gregas e orientais foram sendo incorporadas aos costumes tradicionais adaptando-os às
      necessidades da população.
      Os deuses dos antigos romanos, à semelhança dos antigos gregos, eram antropomórficos, ou seja, eram representados com a forma humana e possuíam
      características (qualidades e defeitos) de seres humanos.
      O Estado romano propagava uma religião oficial que prestava culto aos grandes deuses de origem grega, porém com nomes latinos, como por exemplo,
      Júpiter, pai dos deuses; Marte, deus da guerra, ou Minerva, deusa da arte. Em honra desses deuses eram realizadas festas, jogos e outras cerimônias.
      Posteriormente, diante da expansão militar que conduziu ao Império, muitos deuses das regiões conquistadas também foram incorporados aos cultos
      romanos.
      No âmbito privado, os cidadãos, por sua vez, tradicionalmente buscavam proteção nos espíritos domésticos, os chamados “lares”, e nos espíritos dos
      antepassados, os “penates”, aos quais rendiam culto dentro de casa.
      Posteriormente, diante da difusão do cristianismo, o imperador Constantino promulgou o Édito de Milão (313), que estabeleceu a liberdade de culto aos
      cristãos, encerrando as violentas perseguições que lhes eram movidas. Pouco depois, no século IV, o cristianismo tornou-se a religião oficial do Estado,
      por determinação do imperador Teodósio, em 381.
      Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o_na_Roma_Antiga

      Maria:
      Anos 50-70
      A intolerância religiosa dos cristãos, que visam abertamente, desde o início, impor uma interdição aos cultos de deuses que não o seu, o qual eles
      insistem ser o “único Deus”, começa logo a atrair a atenção da justiça romana, que defende a liberdade de culto, a qual é um dos pilares dessa sociedade
      complexa e multicultural que é o Império Romano dos primeiros séculos da nossa era. A propaganda cristã inverte habilmente a situação. Os condenados
      pela justiça romana são declarados “mártires” e os seus restos são venerados nas igrejas, inventando-se a lenda de eles terem sido executados por terem
      “recusado a renegar a fé”, desculpa essa bem melhor do que a verdade nua, que mostra que foram condenados por desordem e imposição da intolerância
      religiosa na sociedade multicultural.

      Refutação:
      Perseguição sob o Império Romano
      Perseguição sob Nero, 64-68
      Cristãos sendo usados como tochas humanas, na perseguição sob Nero, por Henryk Siemiradzki, Museu Nacional, Cracóvia, Polônia, 1876.
      O primeiro caso documentado de perseguição aos cristãos pelo Império Romano direciona-se a Nero. Em 64, houve um grande incêndio em Roma,
      destruindo grandes partes da cidade e devastando economicamente a população romana. Nero, cuja sanidade já há muito tempo havia sido posta em
      questão, era o suspeito de ter intencionalmente ateado fogo. Em seus Annales, Tácito afirma que “para se ver livre do boato, Nero prendeu os culpados e
      infligiu as mais requintadas torturas em uma classe odiada por suas abominações, chamada cristãos pelo populacho”[4].
      Ao associar os cristãos ao terrível incêndio, Nero aumentou ainda mais a suspeita pública já existente e, pode-se dizer, exacerbou as hostilidades contra
      eles por todo o Império Romano. As formas de execução utilizadas pelos romanos incluíam crucificação e lançamento de cristãos para serem devorados
      por leões e outras feras selvagens. Os Annales de Tácito informam: “… uma grande multidão foi condenada não apenas pelo crime de incêndio mas por
      ódio contra a raça humana. E, em suas mortes, eles foram feitos objetos de esporte, pois foram amarrados nos esconderijos de bestas selvagens e feitos
      em pedaços por cães, ou cravados em cruzes, ou incendiados, e, ao fim do dia, eram queimados para servirem de luz noturna”.
      Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Persegui%C3%A7%C3%A3o_aos_crist%C3%A3os

      Obs:observe a desonestidade dos ateuzinhos,invertem tudo.como podemos ver facilmente refutado! E detalhe não usam nenhuma fonte
      e não prova nada, e os ateus pegam isso como dogma de fé!(hilario)

      Maria:
      Ano 312
      Tomada do poder pelos cristãos. No fim duma guerra civil, Constantino toma o poder. Pouco depois ele se converte oficialmente ao cristianismo, e
      “autoriza”, num primeiro tempo, o culto do deus único cristão, pelo Édito de Milão: é o início da perseguição religiosa na Europa. Pouco a pouco o culto
      dos outros deuses, exceto o deus cristão, vai sendo proibido. Os santuários clássicos serão destruídos ou transformados em igrejas cristãs. No fim do
      século IV, não haverá mais nenhum templo pagão em toda a bacia do Mediterrâneo.

      Refutação:
      Reformas religiosas, militares e administrativas
      Constantino: mosaico em Hagia Sofia
      Constantino legalizou e apoiou fortemente a cristandade por volta do tempo em que se tornou imperador, com o Édito de Milão, mas também não tornou
      o paganismo ilegal ou fez do cristianismo a religião estatal única. Na sua posição de Pontifex maximus — cargo tradicionalmente ocupado por todos os
      imperadores romanos, e que tinha a ver com a regulação de toda e qualquer prática religiosa no império — estabeleceu as condições do seu exercício
      público e interferiu na organização da hierarquia quando convocado, seguindo uma prática, no que diz respeito aos cristãos, que já havia sido
      inaugurada por um imperador pagão, Aureliano, que fora chamado a arbitrar uma querela entre o bispado de Antioquia e o bispado de Roma, que
      excomungara Paulo de Samosata, bispo de Antioquia, por heresia. O Imperador reafirmara o que já era do direito circunscricional da Igreja Romana — ou
      seja, que as igrejas cristãs locais, no que diz respeito a sua organização administrativa — inclusive quanto a eleição dos bispos — deveriam reportar-se à
      igreja de Roma, a capital.
      Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Constantino_I#Religi.C3.A3o

      Maria:
      Ano de 380

      O imperador Teodósio proclama oficialmente o Cristianismo a única “Religião de Estado”. Mas ainda será necessário esperar mais 12 anos para que todos
      os outros cultos sejam definitivamente proibidos.

      Refutação:
      Teodósio foi educado numa família cristã. Ele foi batizado em 380 d.C., durante uma doença severa, como era comum nos tempos dos primeiros cristãos.
      Em fevereiro desse mesmo ano, ele e Graciano fizeram publicar um édito deliberando que todos os seus súditos deveriam seguir a fé dos bispos de
      Roma e do patriarca de Alexandria (Código de Teodósio, XVI,I,2). A lei reconhecia quer a primazia daquelas duas instâncias quer a problemática teológica
      de muitos dos patriarcas de Constantinopla, que porque estavam sob a observação dos imperadores eram por vezes depostos e substituídos por
      sucessores teologicamente mais maleáveis. Em 380, o patriarca de Constantinopla era um ariano.
      Historicamente, durante o período de Teodósio alguns eventos humilhantes evidenciaram a ascensão cada vez maior da Igreja Católica. Após vencer a
      guerra contra Máximo e ordenar o Massacre de Tessalônica, Teodósio pretendia, como era costume se sentar ao presbítero da igreja de Milão, mas foi
      proibido pelo bispo Ambrósio de entrar sem que antes fizesse uma confissão pública.
      Ambrósio excluiu o imperador da comunhão e durante oito meses a tensão se manteve, até que Teodósio, durante o Natal, vestido com um saco de
      penitência, foi perdoado. Teodósio afirmaria mais tarde: “sem dúvida, Ambrósio me fez compreender pela primeira vez o que deve ser um bispo”. Desde
      então o poder eclesiástico de julgar os poderes públicos, não só em questões dogmáticas mas também por seus erros públicos, prevaleceu até a Idade
      Moderna.

      Maria:
      Ano de 389

      Pela primeira vez, um chefe cristão dita a um imperador a política a ser seguida: Santo Ambrósio de Milão levanta-se em plena catedral e, com o sentido
      de caridade tão particular aos cristãos, impõe que o imperador anule a ordem que dera ao bispo de Calinicum, sobre o Eufrates, para que reconstruísse
      uma sinagoga que ele e a sua congregação tinham destruído. A Igreja toma partido, assim, desde o princípio, dos incendiários de sinagogas, posição que
      continuará a manter até ao ano de 1940.

      Refutação:
      Historicamente, durante o período de Teodósio alguns eventos humilhantes evidenciaram a ascensão cada vez maior da Igreja Católica. Após vencer a
      guerra contra Máximo e ordenar o Massacre de Tessalônica, Teodósio pretendia, como era costume se sentar ao presbítero da igreja de Milão, mas foi
      proibido pelo bispo Ambrósio de entrar sem que antes fizesse uma confissão pública.
      Ambrósio excluiu o imperador da comunhão e durante oito meses a tensão se manteve, até que Teodósio, durante o Natal, vestido com um saco de
      penitência, foi perdoado. Teodósio afirmaria mais tarde: “sem dúvida, Ambrósio me fez compreender pela primeira vez o que deve ser um bispo”. Desde
      então o poder eclesiástico de julgar os poderes públicos, não só em questões dogmáticas mas também por seus erros públicos, prevaleceu até a Idade
      Moderna.

      Maria:
      Ano de 391
      Uma multidão de cristãos, guiados por Santo Atanásio e Santo Teófilo, deita abaixo o templo e a enorme estátua de Serapis, em Alexandria, duas obras-
      primas da antiguidade. A coleção de literatura do templo também é igualmente destruída.

      Refutação:
      Santo Atanásio
      Nascimento 295 em Alexandria, no Egito
      Falecimento 2 de maio de 373 em Alexandria, no Egito
      Só se o espírito dele deitou lá né?

      Maria:
      Ano de 412
      Cirilo, hoje Santo Cirilo, doutor da Igreja, é nomeado bispo de Alexandria e sucede a seu tio Teófilo. Excita os sentimentos antissemitas difundidos entre
      os cristãos da cidade e, à frente duma multidão de cristãos, incendeia as sinagogas da cidade e faz fugir os judeus. Em seguida encoraja os cristãos a
      tomar os bens dos fugitivos, deixados para trás.

      Refutação:
      Só pela bobagem nem vou procurar.
      Em seguida encoraja os cristãos a tomar os bens dos fugitivos, deixados para trás.
      ENCORAJA A TOMAR O QUE FOI DEIXADO. tomar de quem se foi deixado?

      Maria:
      Séculos V a XV
      A “Idade Média Cristã”. Aproveitando o desaparecimento das grandes bibliotecas romanas e na ausência quase total da atividade editorial na Europa, a
      Igreja obtém, de fato, um monopólio sobre o conjunto da escrita e da informação. O povo é deixado propositadamente na ignorância, a leitura da Bíblia é
      desencorajada mesmo no caso de se ter acesso a um exemplar. Pouco a pouco, a Igreja impõe o seu domínio sobre a sociedade. A inquisição, o celibato
      dos padres (Nota 2), o caráter obrigatório do casamento antes de qualquer relação sexual, são todas instituições que datam dessa época. É também nessa
      época que se desenvolve o que se tornará uma das mais ricas tradições cristãs: queimar pessoas vivas. Cerca de um milhão de “bruxos” serão torrados
      durante a Idade Média. As cidades concorrerão para tentar bater recordes de quantidade de bruxos queimados por ano. O recorde foi estabelecido pela
      cidade de Bamberg, sede do episcopado, que conseguiu assar 600 feiticeiros num só ano.
      Um grande número de membros da Igreja atual ainda lamenta o fim dessa época, quando a Igreja dominava totalmente a vida social. Religiosos (e
      outros) cristãos lembram com saudade a “espiritualidade” da época, a arte que deu grande ênfase à morte — assunto que sempre apaixonou os cristãos,
      e a música envolvente.

      Refutação:
      assista esse 2 videos e pare de falar mentira!
      1-Crimes do Ateísmo (Será Que o Cristianismo Matou Mais Que o Ateísmo?)
      link: http://www.youtube.com/watch?v=xcGlK5SPQOw

      2- Inquisição – A história não contada
      link: http://www.youtube.com/watch?v=KPE1xwggBp8&feature=channel_video_title

      Maria:
      Ano de 804
      O imperador cristão Carlos Magno converte grande número de saxões, propondo-lhes a seguinte escolha: converter-se ao catolicismo ou serem
      decapitados. Vários milhares de cabeças caem, com a bênção da Igreja: os sacerdotes presentes participam da jogada do imperador.

      Refutação:
      Em 800, durante a missa de Natal em Roma, o Papa Leão III coroou Carlos Magno como imperador, título em desuso no ocidente desde a abdicação de
      Rómulo Augusto em 476 (aproveitando o facto de então reinar no Oriente uma mulher, a imperatriz Irene, o que era considerado um vazio de poder
      significativo). Ainda que o título o ajudasse a afirmar a sua independência em relação a Constantinopla, Carlos Magno apenas o usou bastante mais tarde,
      já que receava ficar dependente, por outro lado, do poder papal.
      Para unificar e fortalecer o seu império, Carlos Magno decidiu executar uma reforma na educação. O monge inglês Alcuíno elaborou um projeto de
      desenvolvimento escolar que buscou reviver o saber clássico estabelecendo os programas de estudo a partir das sete artes liberais: o trivium, ou ensino
      literário (gramática, retórica e dialética) e o quadrivium, ou ensino científico (aritmética, geometria, astronomia e música). A partir do ano 787, foram
      emanados decretos que recomendavam, em todo o império, a restauração de antigas escolas e a fundação de novas. Institucionalmente, essas novas
      escolas podiam ser monacais, sob a responsabilidade dos mosteiros; catedrais, junto à sede dos bispados; e palatinas, junto às cortes.
      Essa reforma ajudou a preparar o caminho para o Renascimento do Século XII. O ensino da dialética (ou lógica) foi fazendo renascer o interesse pela
      indagação especulativa, dessa semente surgiria mais tarde a filosofia cristã da escolástica; e nos séculos XII e XIII, muitas das escolas que haviam sido
      fundadas nesse período, especialmente as escolas catedrais, ganharam a forma de universidades medievais.
      Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Magno#Reforma_na_Educa.C3.A7.C3.A3o
      Biografia dele aqui também: http://educacao.uol.com.br/biografias/carlos-magno.jhtm

      Maria:
      Ano de 1182

      Os “pogroms” latinos de Constantinopla. Na cidade do piedoso patriarca que come pão levedado, estabeleceu-se, desde o início de século XII, uma colônia
      de mercadores “latinos”, essencialmente originários de Veneza, Gênova, Pisa e Amalfi. Mas essas pessoas têm tudo para desagradar aos prelados
      ortodoxos: além de utilizarem o pão sem levedura para a Eucaristia, fazem o sinal da cruz no sentido errado, da esquerda para a direita e não da direita
      para a esquerda! Os popes excitam a população e enfim, nos dias radiosos de maio de 1182, a multidão guiada pelos popes pega os latinos: vários
      milhares deles, homens, mulheres e crianças são trucidados.

      Refutação:
      Pogrom

      Palavra russa que significa “causar estragos, destruir violentamente”. Os pogroms eram ataques maciços e organizados contra comunidades inteiras, que
      destruiam casas, lojas e templos religiosos. Historicamente, o termo é usado para denominar atos coletivos de violência, espontânea ou premeditada,
      contra judeus, tendo como pretextos ressentimentos econômicos, sociais, políticos e religiosos. A palavra foi empregada pela primeira vez em 1821, após
      um violento surto antissemita na cidade de Odessa. Os ataques aconteceram em decorrência da morte do patriarca Grego Ortodoxo Gregório 5º, em
      Istambul. O religioso foi morto por turcos otomanos, mas rapidamente espalhou-se a história de que teriam sido os judeus os que arremessaram seu
      corpo ao mar.
      O termo passou a ser mais conhecido após as ondas de violência contra comunidades judaicas no Império Russo (que também incluíam regiões atuais da
      Ucrânia e da Polônia) entre 1881 e 1884, quando mais de 200 ataques foram realizados. A morte do Czar Alexandre 2º desencadeou a violência. Os
      judeus foram falsamente acusados pelas autoridades como os responsáveis pela conspiração. Os perpetradores dos pogroms os organizavam localmente,
      algumas vezes com o incentivo do governo e da polícia. Um dos mais conhecidos é o pogrom de Kishinev (atualmente na Moldova), em 1903. Os judeus
      foram falsamente acusados de assassinar um menino de 6 anos para usar seu sangue na fabricação de pão ázimo (matzá) para a Páscoa Judaica.
      A tese do assassinato ritualístico também estava por trás do mais violento dos ataques coletivos contra comunidades judaicas da Rússia. Ele ocorreu em
      1905 quando, em dois dias, 2,5 mil judeus foram mortos na cidade de Odessa. Uma nova onda de pogroms ocorreu depois da Revolução Russa, em 1917.
      Na maioria dos casos, aldeias judaicas sofreram ataques de integrantes do Exército Branco, apoiadores do czarismo que viam os judeus como
      responsáveis por um “complô judaico-bolchevique”.
      Após a subida dos nazistas ao poder na Alemanha, em 1933, uma nova onda de pogroms foi realizada na Europa. O mais famoso aconteceu em 1938, na
      chamada Noite dos Cristais. Houve ainda ataque após a Segunda Guerra Mundial, quando em 4 de julho de 1946, em Kielce, na Polônia. Moradores da
      cidade massacraram alguns sobreviventes do Holocausto que retornavam à cidade e tentavam reaver propriedades já ocupadas pela população local. A
      violência começou após falsos rumores de que os judeus haviam raptado uma criança cristã para sacrificá-la em um ritual religioso. Pelo menos 42
      pessoas foram mortas.
      Sobre as cruzadas:
      Entende-las antes de falar babozeiras seria melhor,então leia esse texto!
      http://www.caosdinamico.com/2010/11/grandes-mitos-sobre-igreja-catolica-2.html

      Sobre os erros matematicos da inquisição:
      Esse video http://www.youtube.com/watch?v=xcGlK5SPQOw

      https://apologeticanojapao.wordpress.com/2010/10/18/145/

      https://apologeticanojapao.wordpress.com/2010/12/30/inquisicao-a-historia-nao-contada/

      https://apologeticanojapao.wordpress.com/2011/01/25/entendendo-a-inquisicao-i-–-a-igreja-apos-a-queda-de-roma/

      https://apologeticanojapao.wordpress.com/2010/11/01/a-inquisicao/

      https://apologeticanojapao.wordpress.com/2010/12/14/grandes-mitos-sobre-a-igreja-catolica-1/

      Maria:
      Ano de 1600
      Giordano Bruno é queimado vivo em Roma, condenado por heresia. Ele havia ousado definir o Universo como infinito e admitido a hipótese da existência
      de formas de vida fora da Terra. Era demais para a Igreja. Depois de 8 anos de processo, durante os quais lhe são arrancadas confissões, sob tortura, ele
      é condenado à morte como “herege obstinado e ímpio”. Ele se defende tentando mostrar que as suas ideias não estão em contradição com as doutrinas
      cristãs, mas em vão. Ele foi queimado vivo, em público, em Roma, no Campo dei Fiori. Tiveram o cuidado de lhe cortar a língua antes de o enviar ao local
      da execução, para evitar todo o risco de que as suas palavras emocionassem a multidão que veio assistir ao espetáculo. O seu principal acusador, o
      cardeal Bellarmino, será mais tarde canonizado e, em 1930, proclamado “Doutor da Igreja”.
      É interessante notar que, no caso de Galileu, a Igreja católica expressou o seu arrependimento no fim do séc. XX, com a sua reabilitação em 1992, nunca
      se arrependerá da execução de Bruno. Pelo contrário, ela se opôs com veemência à instalação duma estátua de Giordano Bruno, em 1889. Em 1929, o
      papa pediu a Mussolini para que destruísse essa estátua, antes de canonizar e depois nomear “Doutor da igreja” o cardeal Roberto Bellarmino, acusador
      de Giordano Bruno.

      Refutação:
      Filho do militar João Bruno e de Flaulissa Savolino, seu nome de batismo era Filippo. Adotado o nome de Giordano quando ingressou na Ordem
      Dominicana (no convento de Nápoles em 1566), aos 18 anos de idade. Lá, estudou profundamente a filosofia de Aristóteles e de São Tomás de Aquino,
      doutorando-se em Teologia.
      Sempre contestador, logo atraiu opiniões contrárias e perseguições. Em 1576 abandonou o hábito ao ser acusado de heresia por duvidar da Santíssima
      Trindade. Iniciou, então, uma peregrinação que marcou sua vida, visitando Gênova, Toulouse, Paris e Londres, onde passou dois anos (1583 a 1585) sob
      proteção do embaixador francês, freqüentando o círculo de amigos do poeta inglês Sir Philip Sidney. Em 1585, Bruno retornou a Paris, indo em seguida
      para Marburg, Wittenberg, Praga, Helmstedt e Frankfurt, onde conseguiu publicar vários de seus escritos
      Ideais[1]
      Ao contrário do que se pensa comumente, Giordano Bruno não foi queimado na fogueira por defender o heliocentrismo de Copérnico.

      Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Giordano_Bruno

      Maria:
      Ano de 1633
      Processo de Galileu. Por ter duvidado da teoria geocêntrica de Ptolomeu, (que, diga-se de passagem, não era cristão), Galileo Galilei é obrigado a retratar-
      se: são-lhe mostrados os instrumentos de tortura que seriam usados se ele insistisse. O processo de Galileu só foi reaberto para revisão pelo papa João
      Paulo II, e Galileu é reabilitado em 1992.
      As suas obras já tinham sido colocadas no Índex em 1616. Passará o resto da sua vida confinado na sua casa (prisão domiciliar). Foi a sua reputação
      internacional de cientista que lhe evitou consequências mais graves.

      Refutação:
      A condenação de Galileu pelo Santo Ofício
      O papa Urbano VIII, que chegou a afirmar que “a Igreja não tinha condenado e não condenaria a doutrina de Copérnico como herética, mas apenas como
      temerária” e tinha sido testemunha de defesa no processo de 1616, recebeu Galileu no Vaticano em seis audiências em que lhe ofereceu honrarias,
      dinheiro (pensões de promoção académica e apoio científico) e recomendações. No entanto, o Papa não aceitou o pedido de Galileu de revogar o decreto
      de 1616 contra o heliocentrismo. Ao contrário, encorajou Galileu a continuar os seus estudos sobre o mesmo, mas sempre como uma hipótese matemática
      útil porque simplificava os cálculos das órbitas dos astros e significavam um avanço cientifico que ainda não estaria suficientemente maturo para a
      época.
      Galileu frente ao tribunal da inquisição romana, pintura de Cristiano Banti
      Foi neste contexto que Galileu escreveu Dialogo di Galileo Galilei sopra i due Massimi Sistemi del Mondo Tolemaico e Copernicano, por vezes abreviado
      para Dialogo sopra i due massimi sistemi del mondo (“Diálogo sobre os dois principais sistemas do mundo”) completado em 1630 e publicado em 1632,
      onde voltou a defender o sistema heliocêntrico e a utilizar como prova a sua teoria incorrecta das marés. É um diálogo entre três personagens: Salviati
      (que defende o heliocentrismo), Simplício (que defende o geocentrismo e é um pouco tonto) e Sagredo (um personagem neutro, mas que termina por
      concordar com Salviati). Esta obra foi decisiva no processo da Inquisição contra Galileu. A isto se deve a história complexa que levou à sua publicação.
      O Papa tinha sugerido a Galileu escrever um livro em que os dois pontos de vista, o helio- e o geocentrismo, fossem defendidos em igualdade de
      condições e em que as suas opiniões pessoais também fossem defendidas, e aceitou dar-lhe o Imprimatur caso este fosse o caso. Estariam assim abertas
      as possibilidades de levar o heliocentrismo adiante eliminando as rivalidades académicas e disputas universitárias, ao mesmo tempo que seriam
      possivelmente preparadas abordagens teológicas mais claras. Em 1630, com a obra terminada, Galileu viajou a Roma para apresentá-la pessoalmente ao
      Papa. Este fez apenas uma leitura brevíssima e entrega-a aos censores do Vaticano para avaliar se estava de acordo com o decreto de 1616. Mas várias
      vicissitudes e em particular a ignorância dos censores em astronomia levaram a um grande atraso nesta avaliação, pois realmente o livro voltava a
      encalhar em aspectos dos defensores do geocentrismo e de uma facção da disputa académica. No fim foram realizadas apenas algumas experiências.
      Capa de Discorsi e Dimostrazioni Matematiche Intorno a Due Nuove Scienze publicada em Leiden em 1638.
      Galileu era cristão fervoroso, mas tinha um temperamento conflituoso e viveu numa época atribulada na qual a Igreja Católica endurecia a sua vigilância
      sobre a doutrina para fazer frente às derrotas que sofria pela Reforma Protestante. O Papa sentiu que a aceitação do modelo heliocêntrico como
      ferramenta matemática tinha sido ultrapassada e convocou Galileu a Roma para ser julgado, apesar de este se encontrar bastante doente. Após um
      julgamento longo e atribulado foi condenado a abjurar publicamente as suas ideias e à prisão por tempo indefinido. Os livros de Galileu foram incluídos
      no Index, censurados e proibidos, mas foram publicados nos Países Baixos, onde o protestantismo tinha já substituído o catolicismo, o que havia tornado
      a região livre da censura do Santo Ofício. Galileu havia escolhido precisamente a Holanda para executar uma experiência com o telescópio que
      anteriormente construíra. Reza a lenda que, ao sair do tribunal após sua condenação, disse uma frase célebre: “Eppur si muove!”, ou seja, “contudo, ela se
      move”, referindo-se à Terra. Galileu consegue comutar a pena de prisão a confinamento, primeiro no palácio do embaixador do Grão-duque da Toscana
      em Roma, depois na casa do arcebispo Piccolomini em Siena e mais tarde na sua própria casa de campo em Arcetri.
      Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Galileu_Galilei

      Maria:
      Ano de 1948

      O papa declara que todo aquele que votar nos comunistas ou que ajudar esse partido de qualquer maneira será automaticamente excomungado. Essa
      medida divide as famílias, provoca exclusões socialmente intoleráveis para muitos e obriga à clandestinidade de numerosos comunistas nas zonas rurais.
      Os curas italianos apressaram-se a traduzir essa decisão em fatos, e pedem que as suas ovelhas votem no grande partido anticomunista (DC —
      Democrazia Cristiana). O partido DC vai-se afundar logo em seguida na corrupção generalizada nos anos 90.

      Refutação:
      Voce estude por que o Socialismo ou Comunismo é incompativel com o Cristianismo.

      http://www.vatican.va/holy_father/leo_xiii/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_15051891_rerum-novarum_po.html

      http://www.vatican.va/holy_father/pius_xi/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_19310515_quadragesimo-anno_po.html

      Dicas de Leitura: http://temqueler.files.wordpress.com/2009/12/livro-negro-do-comunismo.pdf
      Será que um sistema social ateísta que mata em algumas décadas mais de 100 milhões de pessoas tem como ser compativel a Igreja?

      Maria:
      Anos 80

      Depois de um período de aparente liberalização, o papa João Paulo II chega à cabeça da maior seita do mundo e rende-se às mais terríveis tradições da
      Igreja.
      A sua condenação do preservativo, como modo de luta contra a Aids-Sida, provoca um grande número de mortos, difícil de estimar. Pratica uma política
      ativa de sabotagem às medidas de controle da natalidade no terceiro mundo. As consequências são difíceis de contabilizar, mas podem ser medidas em
      termos de fome, miséria, criminalidade e falta de assistência médica nos continentes mais pobres — América do Sul e África.
      Na sua caça aos hereges, o papa suspende “A divinis”, dois teólogos alemães que tinham ousado duvidar, um da infalibilidade papal, e outro da
      imaculada concepção de Maria. (Nota 5)

      Refutação:
      Agora a culpa é do Papa por proibir a camisinha?
      milhares de pessoas morrem de aids por que o papa não deixou usar camisinhas?
      A geração Woodstock e do sexo livre tem alguma coisa a ver com o Papa?
      O Papa simplesmente diz o que é verdade!Se voce for fiel a uma unica mulher e ela a voce e se não ficar transando com varias pessoas antes do

      casamento e depois do casamento tiver um relacionamento sem traição isso sim iria diminuir o risco da AIDS se alastrar!
      E não dar camisinha para um monte de drogado da geração de Woodstock e mesmo nos dias de hoje uma balada se o cara encher a cara e estiver

      totalmente alcolizado vai se lembrar de usar camisinha?ou seria melhor ele parar de sair com pessoas que ele nunca viu na vida?

      http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2007/04/13/o-ministro-da-castidade/

      Agora vamos ver o que significa os crimes do ATEÍSMO

      http://temqueler.files.wordpress.com/2009/12/livro-negro-do-comunismo.pdf

      O que é estado ateu?
      Um Estado ateu ou Estado ateísta é a rejeição de todas as formas de religião por um Estado em favor do ateísmo, habitualmente através da supressão da
      liberdade de expressão e religiosa.[1][2][3] Normalmente apenas os governos comunistas procuraram promover o ateísmo como uma lei pública, de
      acordo com a doutrina do materialismo dialético marxista.[4] Estados ateus foram implementados nos países comunistas da antiga União Soviética,[2][5]
      China comunista, Albânia comunista, Afeganistão comunista, Coréia do Norte e Mongólia comunista. O ateísmo nestes países inclui uma oposição ativa
      contra a religião, e perseguição de instituições religiosas, líderes e fiéis. A União Soviética teve êxito social em proclamar o ateísmo e discriminar igrejas,
      essa atitude foi especialmente observada sob Stalin.[6][7][8] A União Soviética tentou impor o ateísmo em vastas áreas da sua influência, incluindo locais
      como a Ásia Central.[9] A Albânia comunista sob Enver Hoxha chegou a proibir oficialmente a prática de qualquer religião.
      Índice
      Estados ateus comunistas

      É frequentemente dito que a ideologia comunista defende explicitamente o Estado ateu e a supressão da religião, de acordo com Karl Marx o fundador
      da ideologia comunista, a religião é uma ferramenta utilizada pelas classes dominantes para que as massas possam “aliviar” brevemente seu
      “sofrimento”, através do ato de “experiências e emoções” religiosas. Marx afirma que é do interesse das classes dominantes inculcar nas massas a
      convicção religiosa que os seus atuais sofrimentos levarão a uma “eventual felicidade”. Assim, enquanto as massas acreditarem na religião, eles não
      tentariam fazer qualquer esforço genuíno para compreender e superar a verdadeira fonte de seu sofrimento, o que, na opinião do Marx foi o seu sistema
      económico não-comunista.[10] Muitas vezes, interpretou-se que Marx defendia que a religião seria utilizada para “controlar as pessoas”, e que seria o
      “ópio do povo”. Esta é a principal razão que alguns regimes comunistas no passado e no presente restringiram a liberdade religiosa e proibiram cultos
      religiosos.
      Albânia comunista

      A Albânia tornou-se um Estado ateu declarado por Enver Hoxha,[11] e manteve-se assim a partir de 1967 até 1991.[12] A tendência ateísta na Albânia foi
      levada ao extremo durante o regime quando religiões foram identificadas como importações estrangeiras para a cultura albanesa e foram totalmente
      proibidas.[12] Esta política foi aplicada e sentida principalmente no interior das fronteiras do atual estado albanês, produzindo uma maioria da população
      não religiosa.
      A Lei de Reforma Agrária, de Agosto de 1945 nacionalizaram as propriedades de instituições religiosas, incluindo os bens de mosteiros, ordens e
      dioceses. Em Maio de 1967, todas as instituições religiosas tinham renunciado a 2.169 igrejas, mesquitas, claustros, e santuários, muitos dos quais foram
      convertidos em centros culturais para os jovens. Muitos imãs muçulmanos e sacerdotes ortodoxos renunciaram ao seu passado. Mais de 200 clérigos de
      diferentes religiões foram detidos, enquanto outros foram obrigados a procurar emprego em qualquer indústria ou agricultura. Como as obras literárias
      mensais “Nëndori” relataram, a Albânia “criou a primeiro nação Ateísta do mundo.” De 1967 até o fim do regime comunista, foram proibidos as práticas
      religiosas do país que foi proclamado oficialmente ateu, marcando um evento que aconteceu pela primeira vez na história mundial.
      União Soviética
      A URSS desde 1922 tornou-se um Estado ateísta. Em 1934, 28% das igrejas ortodoxas cristãs, 42% das mesquitas muçulmanas e 52% das sinagogas
      judaicas foram fechadas na URSS.[13] O ateísmo na URSS era baseado na ideologia marxista-leninista. Tal como o fundador do Estado soviético, Lenin
      falou o seguinte sobre a URSS e as religiões:
      A religião é o ópio do povo: este ditado de Marx é a pedra angular de toda a ideologia do marxismo sobre religião. Todas as modernas religiões e
      igrejas, todos (…) os tipos de organizações religiosas são sempre considerados pelo marxismo como órgãos de reação burguesa, usados para a proteção
      da exploração e o assombro da classe trabalhadora. [14]
      O Marxismo-leninismo tem defendido firmemente o controle, repressão, e, em última análise, a eliminação das crenças religiosas. Dentro de cerca de um
      ano da revolução do estado expropriou todos os bens da Igreja, incluindo as próprias igrejas, e no período de 1922 a 1926, 28 bispos Ortodoxos Russos e
      mais de 1.200 sacerdotes foram mortos (um número muito maior foi objeto de perseguição).[15]
      A Catedral de Cristo Salvador de Moscou, a sede da Igreja Ortodoxa Russa e seu templo mais sagrado, foi destruída em duas rodadas de explosões por
      ordens diretas de Stalin em 1931,[16] milhares de sacerdotes protestaram contra a decisão e foram presos e enviados à Gulags, em seu lugar os
      comunistas pretendiam construir o “Palácio dos Sovietes”, a sede do governo stalinista[17]. A Igreja Ortodoxa Russa possuía 54.000 paróquias durante a
      Primeira Guerra Mundial, que foi reduzida para 500 em 1940.[15] A maioria dos seminários foram fechados, a publicação de escrita religiosa foi proibida.
      [15] Embora historicamente a grande maioria da Rússia fosse cristã,apenas 17 a 22% da população é atualmente cristã. [18]
      República Popular da China
      A República Popular da China foi criada em 1949 e durante a maior parte de sua história manteve uma atitude hostil para com a religião que era visto
      como sinónimo do feudalismo e do colonialismo estrangeiros. Templos, mesquitas e igrejas, foram convertidos em edifícios para utilização estatais.[19]
      Durante a Revolução Cultural, a religião foi condenada como feudal e milhares de edifícios religiosos foram pilhados e destruídos.
      Esta atitude, porém, foi consideravelmente flexibilizada no final dos anos 1970, com o fim da Revolução Cultural. A Constituição de 1978 da República
      Popular da China garantiu a liberdade de religião, embora com algumas restrições. Desde meados da década de 1990 tem havido um enorme programa
      para reconstruir templos budistas e taoístas que foram destruídos na Revolução Cultural. Há cinco religiões reconhecidas pelo Estado: Budismo, Taoísmo,
      Islamismo e Cristianismo (tanto católico quanto protestante). [20]
      Camboja sob o Khmer Vermelho
      Pol Pot reprimiu no Camboja a religião budista: monges foram assassinados; templos e artefatos, incluindo as estátuas de Buda, foram destruídas.
      Comunidades cristãs e muçulmanas estavam entre os mais perseguidas. A catedral católica de Phnom Penh foi completamente arrasada. O Khmer
      Vermelho forçou os muçulmanos à comer carne de porco, que eles consideram como uma abominação. Muitos daqueles que se recusaram foram mortos.
      O clero cristão e muçulmano foram executados.[21][22] Quarenta e oito por cento de cristãos cambojanos foram mortos por causa de sua religião.[23]
      Mongólia comunista
      Em 1936 e 1937, um grande ataque à fé budista começou. Ao mesmo tempo, foram efetuados expurgos no Partido Comunista e exército mongol. O líder
      da Mongólia naquela época era Khorloogiin Choibalsan, de ideologia stalinista.
      Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_ateu#Estados_ateus_comunistas
      Estude sobre a História da Igreja antes de falar bobagem!
      Te indico 2 livros muitos bom ou uns videos no Youtube que vai te ajudar muito!
      Livros
      1-Uma História que não é contada.Prof. Felipe Aquino
      http://liberdadedeexpressao.multiply.com/reviews/item/207
      2-Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental. Thomas Woods
      http://www.4shared.com/document/k4CW36oS/Thomas_E_Woods_Jr_Como_A_Igrej.html

      Videos:

      E segue a sequencia.

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