Arquivo diário: 25 de novembro de 2010

O que disse o Papa sobre os preservativos?

O novo livro de Bento XVI, “Luz do Mundo: o Papa, a Igreja e os Sinais dos Tempos”, nem sequer tinha sido publicado e já estava no centro de uma controvérsia nos meios de comunicação on-line.

 

A polêmica explodiu na semana passada, quando o L’Osservatore Romano violou unilateralmente o embargo sobre o livro, publicando alguns extratos em língua italiana das diversas declarações do Papa, para grande desgosto dos editores em todo o mundo, que trabalhavam cuidadosamente visando um lançamento orquestrado do livro, que se daria na terça-feira seguinte.

Um dos extratos tratava do uso de preservativos para tentar evitar a propagação da AIDS e a imprensa imediatamente tirou proveito disto (p.ex.: Reuters, Associated Press, BBC Online). E assim, surgiram manchetes como:

– Papa diz que os preservativos são admissíveis em certos casos para deter a AIDS

– Papa: “Os preservativos justificam-se em alguns casos”

– Papa diz que os preservativos podem ser usados na luta contra a AIDS

Particularmente notória é a declaração de William Crawley, da BBC:

“O Papa Bento XVI parece ter alterado a postura oficial do Vaticano sobre o uso de preservativos, adotando uma posição moral que muitos teólogos católicos já recomendavam há muito tempo”.

Bah!

Pois bem: em primeiro lugar, trata-se de um livro de entrevistas. O Papa foi entrevistado. Não estava exercendo seu múnus oficial de ensinar. Este livro não é uma encíclica, uma constituição apostólica, uma bula papal, nem nada semelhante. Não é uma publicação da Igreja. Trata-se de uma entrevista realizada por um jornalista, em idioma alemão. Conseqüentemente, o livro não representa um ato do Magistério da Igreja, nem tem a capacidade de “alterar a postura oficial do Vaticano” em nada. Não possui força dogmática nem canônica. O livro – que é fascinante e sem precedentes, mas isto é tema para outra oportunidade – constitui aquilo que se classifica como opiniões pessoais do Papa sobre as perguntas questionadas pelo entrevistador Peter Seewald.

E como o Papa Bento XVI observa no livro:

“Há que se dizer que o Papa pode ter opiniões privadas que se encontram equivocadas”.

Não estou assinalando isto para insinuar que naquilo que o Papa Bento XVI fala a respeito dos preservativos está incorreto – chegaremos a este ponto ao seu tempo – mas para indicar o contexto da situação, deixando claro que se trata das opiniões privadas do Papa. São apenas isto: opiniões privadas. Não é ensino oficial da Igreja. Então, continuemos…

Entre os desserviços do L’Osservatore Romano feitos para romper o embargo do livro da maneira que fez, houve também o fato de que apenas publicou um pequeno trecho da seção em que o Papa discutia sobre o uso dos preservativos. Como resultado, o leitor não tinha como ver o contexto das suas declarações e, assim, garantir que a imprensa secular não estava tomando as observações do Papa fora do seu contexto (o que seria feito de qualquer modo, mas talvez nem tanto). Especialmente notório é o fato de que o L’Osservatore Romano omitiu o material onde Bento esclarece sua declaração sobre os preservativos, em uma pergunta logo a seguir.

Com efeito, o L’Osservatore Romano causou um grande dano tanto às comunidades católicas quanto às não-católicas.

Felizmente, agora você pode ler o texto completo das declarações do Papa.

Ademais, prevendo a controvérsia que estas palavras poderiam produzir, a drª. Janet Smith preparou um guia útil sobre o que o Papa disse e não disse.

Lancemos vista aos comentários do Papa, para ver o que ele realmente disse.

Seewald: (…) Na África, se apontou que o ensino tradicional da Igreja demonstrou ser a única maneira segura de se deter a propagação do HIV. Os críticos, incluindo a crítica dentro das próprias fileiras da Igreja, objetam que é uma loucura proibir a população de alto risco de usar preservativos.

Bento XVI: (…) Em minha intervenção, eu não estava fazendo uma declaração geral sobre o tema do preservativo, mas apenas dizendo – e isto é o que causou grande ofensa -, que não podemos resolver o problema mediante a distribuição de preservativos. Resta muito o que fazer. Devemos estar próximos das pessoas; devemos guiá-los e ajudá-los; e temos que fazer isto antes e depois do contágio com a doença. É um fato, como você já sabe, que as pessoas podem obter preservativos quando o desejarem, de qualquer modo. Porém, isto serve apenas para demonstrar que os preservativos por si próprios não resolvem o problema em si mesmo. Muito mais precisa ser feito. Enquanto isso, no âmbito secular, desenvolveu-se a teoria chamada ‘ABC’ – abstinência, fidelidade, preservativo -, em que se entende o preservativo somente como um último recurso, quando os outros dois pontos foram rejeitados. Isto quer dizer que concentrar-se no preservativo implica em uma banalização da sexualidade, e, além de tudo, é precisamente a origem perigosa da atitude da sexualidade, não como a expressão do amor, mas como uma espécie de entorpecente que as pessoas administram a si mesmas. Esta é a razão pela qual a luta contra a banalização da sexualidade é parte também da luta para garantir que a sexualidade seja tratada como um valor positivo e para que possa ter um efeito positivo na totalidade de ser do homem”.

Consideremos que o argumento geral do Papa é que os preservativos não resolvem o problema da AIDS. Em apoio disto, ele aponta vários argumentos:

1) As pessoas já podem obter preservativos, mas é evidente que o problema não foi resolvido.

2) No mundo secular foi proposto o ‘Programa ABC’, em que o preservativo só será usado quando os dois primeiros procedimentos verdadeiramente eficazes – a abstinência e a fidelidade – tiverem sido rejeitados. Assim, a proposta secular do ABC reconhece inclusive que os preservativos não são a única solução. Eles não funcionam tão bem quanto a abstinência e a fidelidade. Os dois primeiros são melhores.

3) Concentrar-se no uso do preservativo representa uma banalização (trivialização) da sexualidade, que se converte de ato de amor em ato de egoísmo. Para que o sexo desempenhe o papel positivo que deve ter, esta banalização do sexo – e, portanto, a fixação nos preservativos – deve ser resistida.

Esse é o contexto da afirmação que a imprensa reproduziu:

“Pode haver casos individuais justificados como, por exemplo, quanto um prostituto usa um preservativo, e isto pode ser um primeiro passo para uma moralização, um primeiro ato de responsabilidade para desenvolver novamente a consciência de que nem tudo é permitido e que não se pode fazer tudo o que se quer. Porém, não é realmente a maneira de tratar com o mal da infecção pelo HIV, o que realmente pode apenas vir de uma humanização da sexualidade”.

Há várias coisas a se considerar: em primeiro lugar, leve em conta que o Papa diz que: “Pode haver casos individuais justificados”, e não que: “Está justificado”. Esta é uma linguagem especulativa. Mas sobre o quê o Papa especula? Que o uso do preservativo está moralmente justificado? Não, não foi isso o que ele disse, mas que pode haver casos “sempre e quando [o uso do preservativo] pode ser um primeiro passo para uma moralização, um primeiro ato de responsabilidade para desenvolver novamente a consciência de que nem tudo é permitido”.

Em outras palavras, como diz Janet Smith:

“O Santo Padre está simplesmente observando que para alguns prostitutos homossexuais o uso de um preservativo pode indicar um despertar do sentido moral, um despertar acerca de que o prazer sexual não é o valor máximo, mas que devemos ter o cuidado de não prejudicar ninguém em nossas escolhas. Ele não está falando de uma moralidade do uso de preservativos, mas de algo que pode ser certo sobre o estado psicológico daqueles que os usam. Se estas pessoas, usando preservativos, o fazem com o fim de evitar prejudicar outras, com o passar do tempo perceberão que os atos sexuais entre membros do mesmo sexo são intrinsecamente maus, já que não estão de acordo com a natureza humana”.

Pelo menos isto é o máximo que se pode razoavelmente inferir das declarações do Papa, o que poderia ser expresso com maior clareza (e espero que o Vaticano emita um esclarecimento urgente).

Em segundo lugar, repare que o Papa segue imediatamente sua declaração acerca da prostituição homossexual usuária de preservativos com a afirmação: “Porém, não é realmente a maneira de se tratar com o mal da infecção pelo HIV, o que realmente pode apenas vir de uma humanização da sexualidade”.

Por “uma humanização da sexualidade”, o Papa quer reconhecer a verdade sobre a sexualidade humana, que deve ser exercida de maneira amorosa, fiel entre um homem e uma mulher unidos em matrimônio. Esta é a verdadeira solução e não colocar um preservativo e manter relações sexuais promíscuas com pessoas infectadas com um vírus mortal.

Neste momento da entrevista, Seewald faz uma pergunta de continuidade, e é verdadeiramente um crime que o L’Osservatore Romana não tenha reproduzido esta parte:

“Seewald: Quer dizer, então, que a Igreja Católica, na realidade, não se opõe em princípio ao uso dos preservativos?

Bento XVI: Ela, obviamente, não os considera como solução real ou moral, porém, neste ou em outro caso, pode haver, todavia, a intenção de reduzir o risco da infecção, como um primeiro passo para uma forma distinta e mais humana de viver a sexualidade”.

Assim, Bento XVI reitera que esta não é uma solução real (prática) para a crise da AIDS, nem tampouco uma solução moral. No entanto, em alguns casos, o uso de preservativo mostra “a intenção de reduzir o risco da infecção”, que é “um primeiro passo para… uma forma mais humana de viver a sexualidade”.

Portanto, não está dizendo que o uso de preservativos é justificado, mas que pode mostrar uma intenção particular e que esta intenção é um passo na direção correta.

Janet Smith oferece uma analogia útil:

“Se alguém fosse assaltar um banco e estava decidido em empregar uma arma de fogo, seria melhor para essa pessoa usar uma arma desmuniciada: reduzir-se-ia o risco de lesões mortais. Porém, não é tarefa da Igreja ensinar possíveis assaltantes de banco a assaltar bancos de uma maneira mais segura; menos ainda é tarefa da Igreja apoiar programas para oferecer a possíveis assaltantes de banco armas de fogo incapazes de ser municiadas. Não obstante, a intenção de um assaltante de banco em assaltar um banco de uma maneira que é mais segura para os funcionários e clientes do banco pode indicar um elemento de responsabilidade moral que poderia ser um passo para a compreensão final da imoralidade que é o assalto a bancos”.

Muito mais se poderia dizer de tudo isto, mas pelo que vimos, já resta claro que as declarações do Papa devem ser lidas com cuidado e que não constituem o tipo de licença para o uso de preservativos que os meios de comunicação desejam.

Há mais por vir…

Fonte: http://infocatolica.com/blog/. Tradução de Carlos Martins Nabeto.

Fonte:http://www.veritatis.com.br/doutrina/a-igreja/955-o-que-disse-o-papa-sobre-os-preservativos

As palavras do Papa sobre preservativo

Quando li a notícia no sábado, o Papa, não poderia deixar o meu espanto, o Papa justifica o uso de preservativos em certos casos.

Logo veio a nota do Pe. Federico Lombardi, que ao invés de esclarecer, obscurecendo as palavras do Papa. A revelação veio. “s moralidade sexual bunker da Igreja estava rachando.

No entanto, gostaria de analisar cuidadosamente o que foi dito pelo Papa, em comparação com um autor cuja qualidade doutrinária na sua vida e obra, é irrefutável, um padre que já deve estar no altar para o bem que ele fez – e usar o presente perfeito aqui não é uma questão meramente gramatical – a Igreja, quer dizer, o pai Antonio Royo Marín, OP e uma vez analisados, iremos tirar algumas conclusões para o efeito.

Deixe-me começar por dizer que este é um texto que é uma entrevista por escrito. A entrevista é sempre a aparência de um argumento, onde o entrevistador, nesse caso Seewald não é uma pessoa que quer convencer a priori. O entrevistador é uma espécie de maestro, enquanto o entrevistado argumentou formaula parecer uma chance. É importante levar isso em consideração porque a maneira de organizar os argumentos para este tipo de texto é completamente diferente do que é feito em um manual ou um artigo.

Parto também uma outra premissa e boas intenções do Papa, isto é, interpretá-lo de acordo com o Magistério da Igreja e que tem sido dito por ele em vários discursos e escritos. Não é porque o papa não pode estar errado – não fale sobre a infalibilidade -, mas porque este tipo de textos jornalísticos são tão informal que se prestam a confusão.

O texto em questão diz o seguinte:

Olhando apenas para a profilaxia significa a banalização da sexualidade, e esta banalização é precisamente a razão pela qual tantas pessoas perigosas não vê a sexualidade mais na expressão do seu amor, mas apenas uma espécie de droga, que eles mesmos fornecem . Assim também a luta contra a banalização da sexualidade é parte de um esforço maior que a sexualidade é vista com bons olhos e pode exercer o seu efeito positivo sobre os seres humanos na sua totalidade.

Os casos específicos pode justificar-se, por exemplo, quando uma prostituta usando preservativo, e este pode ser o primeiro passo em direção a uma moral, uma responsabilidade primordial de desenvolver uma nova consciência do fato de que nem tudo é permitido e que não podem ser fazer tudo o que você quer. No entanto, esta não é a forma verdadeira e apropriada a bater infecções por HIV. Realmente precisamos de uma humanização da sexualidade.

Assim, em bruto, não só mostra a doutrina de uma forma, digamos, nebulosa, mas pode até haver uma aparente contradição entre os dois parágrafos: banalização da sexualidade, por um lado e responsável utilização – e chamá-lo assim – de preservativo numa relação onde o sexo é uma mercadoria comprada / vendida.

Eu quero chamar a atenção para a comparação feita pelo Papa de drogas, sexo e as conotações que carrega a analogia. A droga tem um efeito não apenas na razão, mas também sobre o elemento de vontade, porque eles criam um hábito quase irresistível para eles. É uma espécie de suicídio doce contra a qual eles não podem reagir como vítimas das drogas.

Padre Antonio Royo Marín, OP, em sua teologia moral para os leigos, diz o seguinte quando se fala da luxúria realizado pela natureza:

572. Um conceito. Simples ato venéreo prostituição está completamente tomado por consentimento mútuo entre homens e mulheres solteiros, não afectadas por quaisquer vínculos religiosos ou familiares.

(…)

574. 3. Forms. São três fonicación maneiras principais:

uma coabitação) (…).

b) O meretrício, ou fornicação com uma prostituta. Em si mesmo não muda o tipo, a menos que o fornicador está relacionada com uma relação (casamento, direito a voto) que tornam impossível para a fornicação simples (sendo em si, necessariamente, adultério ou sacrilégio).

c) FORNICAÇÃO ONANÍSTICA, é o que é feito de modo que é impossível construir. Alterar o tipo de pecado, quer sejam utilizados meios artificiais (preservativos, etc) Como se por retração natural simples. Em ambos os casos, comete um pecado contra a natureza, o seu muito mais grave do que a fornicação simples e natural. Na prática, porém, é menos maldade subjetiva em um pecador ignorante assim, acredita que o pecado menos ou é menos prejudicial, mas seria esse o caso – isto é, aumentar a responsabilidade dos seus pecados – se o pecado fez em silêncio sem incorrer em encargos económicos ou sociais que possam vir de seu ato. É menos culpada diante de Deus que peca por aceitar as conseqüências humanas de seus pecados do que simplesmente rejeita o pecado mais facilmente.

Neste caso é importante para o raciocínio do Doutor Angélico, que na Suma Teológica (II-II, 154,12), é dizer que as formas não naturais são sempre mais graves do que natural, não só em termos absolutos quer em si mesmo Mas, mesmo levando em conta outros conduz.

Agora, voltando ao assunto em mãos, o que os textos têm de fazer juntos? Acho que o Papa se refere a um caso em que o pecador, ignorante, acho que efetivamente, o uso do preservativo é menos prejudicial.

Neste caso, o pecador obscurecida a consciência – a consciência, como sabemos, pode falhar, não sindérese – ainda há um pequeno orifício por onde passa um feixe de luz que ainda te faz pensar que o bem eo mal dizer, ainda não totalmente afundado na lama e, em seguida, Grace vai mostrar o jeito que você faz fora da lama, nem tudo está perdido.

Eu realmente não se justifica a usar preservativos, mas num caso em que a pessoa, por ignorância, acham que isso torna menos errado. Eu sei que a explicação é complicada, mas a mudança no ponto de vista dá-nos uma nova perspectiva. Neste caso, o Papa fala do lado do pecador, e não de objetividade. Não justificam o uso de preservativos em qualquer circunstância.

E agora os resultados:

1 .- O Papa como um homem do seu tempo, sofre os mesmos defeitos que os homens do posto de Igreja – a reconciliação: falar sobre tudo, em todos os sentidos, esquecendo que ele é o Papa de levantar e deitar-se perigo inerente colocados pela mídia, especialmente se não se sabe bem lidar com essas questões.

2 .- O papa cometeu um jogo irresponsável estas questões difíceis e específicos, em uma entrevista. Há uma diferença substancial entre a maneira em que o pai manifesta Antonio Royo Marín, OP, claro, a escola, límpido tomista si ea forma como ele faz, o Santo Padre, entre outras coisas porque o Papa não é tomista – Alguém que se aproximou de seus livros, você vai ver como a apresentar as questões está longe de ser acadêmica – e, além disso, os meios são diferentes: o dominicano escrever um manual de teologia moral, que visa um público específico , que visa formar, usando linguagem técnica e rigorosa, cientificamente, enquanto que o papa concedeu uma entrevista com as limitações deste tipo de mídia, e que se destina a todos os públicos, sem distinção, assumindo mínimo, aliás, não são de hoje. A divulgação inclui um perigos inerentes que tornam a exposição inadequada de algumas questões teológicas.

3 .- Em vista disso, o papa como Papa, deve se abster de dar entrevistas, escrevendo livros, etc., Ou seja, devem limitar as suas declarações, porque, embora eles não são actos de magistério, como o livro “Jesus de Nazaré continua a ser o Vigário de Cristo na terra. E para os fiéis, é especialmente difícil distinguir as situações. O ato perlocucionário do Papa foi de magnitude semelhante ao do bombardeio de Hiroshima e Nagasaki. A confusão, manipulação, tem sido enorme “, e todos por um livro? Tão necessária era?

4 .- O diretor do LOR e Federico Lombardi deveria renunciar imediatamente. Os colaboradores do papa são prejudiciais na comunicação (“ninguém chegou a perceber que este número necessário digressão?). Neste caso, Navarro Valls deu vinte voltas no presente. É uma vergonha a nota emitida por Lombardi. A Igreja é o Corpo Místico de Cristo, mas isso não prejudica a exigência de profissionalismo em tais posições. Não há nenhum ponto de pertencer a alguma corporação, ordem ou instituto. Não. Você tem que ser muito bom para lidar com o mundo em que vivemos.

5 .- A Igreja é uma necessidade real. Não estou dizendo nada de novo. Mas as palavras do papa ter descoberto o estado lastimável é a teologia moral, mesmo entre os chamados peritos assim (o meu vizinho é um exemplo. Em um certo momento agora seria sob o jugo da Inquisição).

6 .- Finalmente, há uma urgente reforma da Ratio Studiorum dos Seminários. Voltar para o estudo de St. Thomas é uma necessidade absoluta. Não porque a Igreja não se encaixa em outras formas de fazer teologia. Nem porque é por excelência o eminente teologia, que também é, mas por uma questão mais básica é que São Tomé é a teologia que a matemática para engenharia. O engenheiro não é matemático, mas a matemática vai permitir uma forma de realidade do modelo. O estudo da estrutura de Aquino, para que a mente pode ser tratada adequadamente problemas teológicos. St. Thomas a estrutura dos materiais, atacar os problemas e siga logicamente de forma clara, simples e clara. Eu não sei se me explico.

7 .- A maioria de todos, por que o Senhor tenha misericórdia de nós!

Fonte:http://infocatolica.com/blog/