Arquivo mensal: abril 2012

Piadas de mal gosto edificam nossa alma?

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Olá a Paz de Cristo
Hoje vim comentar um tema meio polêmico e que mesmo os cristão quando se deparam com essas “piadinhas” não levam em conta quão mal elas nos faz interiormente.

Já digo de começo que não estou aqui para condenar ao inferno (mesmo porque não posso) as pessoas citadas, nem julgar ninguém que faça essas piadinhas e muito menos para dizer que isso é uma doutrina católica ou algo do tipo, então aos que lerem esse post tomem como um exame de consciência.

Vou começar falando de um assunto especifico e depois passarei para as coisas menores que abrangem o mesmo contexto.

Quem já não assistiu pelo Youtube ou mesmo ao vivo stand-up comedy? Creio que muitos já virão algo sobre e até me arrisco a dizer que repetem as piadas escutadas para seus amigos…(não me excluo desse grupo). Enfim vendo uns texto sobre isso e vendo os vídeos desses comediantes me deparei com umas piadinhas que são muito mais ofensivas e desrespeitosas do que uma coisa que era para rir.
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Rafinha Bastos um dos mais conhecidos entre muitos que fazem esses tipos de piadas contava piadas sobre estupro e afirmava que “homem que estupra mulher feia não merece cadeia, merece um abraço”.
E fico pasmo quando escuto dizer que Rafinha Bastos foi escolhido por não sei quem como o homem mais influente do Twitter.
Eu me pergunto será que esse ser já conversou ou ouviu o testemunho de uma pessoa que já foi estuprada? Será que o fato dela ser “feia” elimina o fato do estupro ser um crime? Ou será que estupro só é crime se a mulher for bonita?
(Ser bonita(o) ou feia(o) é tão subjetivo que se eu for pensar assim e achar a miss Brasil feia isso torna o estupro um ato de caridade para com ela?)
Essas pessoas como Rafinha Bastos entre outros, fazem piadas com negros, asiáticos, vítimas de terremoto, com gente com necessidades especiais, com gordos, enfim, com tudo.
Aliás, seus fãs não se acham preconceituosos. Eles chamam esses preconceitos, que esses comediantes disparam, de “verdades”Mas o que tem de verdade em dizer que uma mulher feia tem sorte por ser estuprada? Esses fãs acham que estupro é sexo e não violência, é isso? Acham que alguém pode ser sortuda por ser vítima de um crime terrível? Acham que só mulheres bonitas costumam ser estupradas? Ah, então a verdade é uma só: esses fãs não sabem absolutamente nada sobre estupro! Estupro é só uma abstração pra eles, uma realidade tão distante que eles podem rir à vontade! Se eles conhecessem alguma pessoa que foi estuprada, provavelmente seria difícil rir dessas “verdades”.
E deve ter gente que adora esse tipo de humor e faz dele uma bandeira: Eu acredito que dependendo da piada muitas pessoas riem, mas rir é diferente de fazer desse tipo de humor uma bandeira a ser defendida.
Ai as pessoas vão dizer mas é só uma “piadinha” pra que tudo isso…
É exatamente aonde eu quero chegar, essas “pequenas coisas” que acabam com o que a gente chama de senso moral.
Outros exemplos que eu estava pensando era mais leves, mas que aos poucos acabam com o senso de percepção do que é moral e imoral, o que é bom e o que é ruim: Quando você mostra algo para uma pessoa e ela não vê, logo se diz cara você é cego? Ou mesmo caso com você é surdo? Cara você é retardado?
As pessoas acabam usando esses termos as vezes por brincadeira ou as vezes em ofensas contra pessoas que não sofrem dessas deficiências, mas dando a entender que as pessoas que tem esses tipos de deficiências fossem inferiores a elas, não creio que isso influenciem na personalidade dessas pessoas então por favor parem de usar esses termos como se ser portadores dessas deficiências fossem seres inúteis ou abaixo de vocês.
Digo isso porque pensando em Deus fiz umas reflexões, todos fomos criados por Deus para ser bons, e somos perfeitos aos olhos do Pai, e Ele nos ama por igual, então não rebaixe seu irmão com piadinhas mesmo que por brincadeira porque se você não está atribuindo essas deficiências ao seu amigo porque é só seu amigo você está taxando as pessoas que tem essas deficiências como inferiores a ti.
Deus é Amor e Ele me ama e ama você por igual, basta você aceitar isso independente de classe social, etnia, estado de saúde, Ele te ama.
Então ame seu irmão e tenha um coração compassivo, ame seu irmão como Deus te ama.
Pensem nisso! É um caminho difícil para se livrar destas piadinhas e brincadeiras de mal gosto, então o primeiro passo é começar. Mesmo que demore um dia você colherá os frutos das suas boas obras.
Fiquem com Deus

Fernando Vilares

Pax Christ

A MISTERIOSA RELAÇÃO DO VATICANO COM HITLER

17/03/2012
Novos estudos revelam que Igreja teria sido sempre contrária ao
nazismo, mesmo quando silenciou
Graça Magalhães-Ruether
graca.magalhaes@oglobo.com.br
O PAPA PIO XII e os nazistas: novos estudos dizem que, na verdade,
ele era contrário ao regime
Arquivo
Há 75 anos, no Domingo de Ramos de 1937, dia 21 de março, a Igreja
Católica conseguiu driblar a Gestapo distribuindo em toda a Alemanha
uma encíclica que definia um posicionamento claro contra o ditador
Adolf Hitler e a sua política racista. Em “Mit brennender Sorge” (“Com
profunda preocupação”, em português), a única encíclica já escrita em
alemão, a Igreja – que anos antes havia assinado um acordo com o
regime nazista, chamado Concordata – levantou pela primeira vez a
sua voz contra o fim das liberdades e as prisões em massa que
aconteciam há quatro anos na Alemanha. Novos estudos indicam que
esta mudança de posição em relação ao regime seria mantida mesmo
no papado seguinte, de Pio XII, que entrou para a História como o líder
católico que silenciou diante do extermínio dos judeus.
A encíclica de 1937, que criticava também o culto à figura do ditador,
foi lida em todas as igrejas do país naquele domingo. Hitler ficou
furioso. Entre as Waffen SS, as mais sangrentas tropas do regime, os
mais radicais queriam mandar prender e executar todos os bispos
alemães por “alta traição”. No final, o regime resolveu adotar uma
posição menos rigorosa, mandando confiscar os exemplares do texto,
prender padres que o liam ou fechar tipografias que o imprimiam.
Segundo o historiador René Schlott, da Universidade de Giessen, os
nazistas não reagiram de forma mais brutal por orientação do
perspicaz Joseph Goebbels, o ministro da propaganda.
– A ditadura tinha ainda apenas quatro anos e os nazistas não queriam,
nessa fase, comprar uma guerra aberta contra parte da população, o
que só foram fazer mais tarde – afirma.
A encíclica marcou também uma mudança de posição do Vaticano para
com o regime nazista. Em janeiro, o Papa Pio XI convidou os bispos
alemães para uma reunião, na qual encomendou ao cardeal Michael
von Faulhabe a redação da encíclica. Schlott afirma que o Papa teria se
arrependido da Concordata e queria manifestar à população sua
aversão ao regime. Negociada com a ajuda do então cardeal Eugenio
Pacelli (que a partir de 1939 se tornaria o Papa Pio XII), a Concordata
foi assinada em julho de 1933, meses depois da ascensão de Hitler ao
poder, e era vista pela Igreja com um meio de garantir a sua
sobrevivência no regime autoritário. Na verdade, porém, o acordo teve
o efeito de quebrar o isolamento internacional do regime. O Terceiro
Reich tirava proveito do reconhecimento internacional que obteve
graças ao acordo com a Igreja.
“Tudo o que tome a raça, o povo ou o Estado (…) como elementos
fundamentais da sociedade e os divinize com culto idolátrico perverte
e falsifica a ordem criada e imposta por Deus”, dizia a nova encíclica,
redigida em apenas 72 horas. Faulhaber escreveu à mão para evitar
que um número maior de pessoas tomasse conhecimento do projeto.
Depois de impresso no Vaticano, o documento foi transportado por
emissários da Igreja para Berlim, de onde foi distribuído para mais de
dez mil igrejas do país sem que a Gestapo tomasse conhecimento da
ação.
– Ao receber os textos, os sacerdotes o guardaram no altar até o dia
planejado para a sua divulgação na missa de domingo – conta Schlott.
Cada igreja recebeu duas cópias do documento, para garantir que,
mesmo no caso de uma eventual perda, o texto fosse lido
simultaneamente, no mesmo dia e na mesma hora. Segundo o
historiador, o projeto da encíclica de Pio XI foi “a ação mais
espetacular do Vaticano durante toda a ditadura nazista”. Nada menos
que 300 mil cópias de um texto que criticava abertamente Hitler foram
distribuídas em uma época em que criticar o ditador já era um motivo
de condenação à morte.
Mas a ação secreta do Vaticano contra Hitler quase terminou em um
fracasso e massacre dos seus envolvidos. Um dia antes do Domingo de
Ramos, no sábado, dia 20 de março de 1937, a Gestapo recebeu uma
cópia da encíclica, fornecida por delatores.
– Como era impossível, em poucas horas, confiscar o documento em
mais de dez mil igrejas espalhadas por toda a Alemanha, os agentes da
Gestapo tentaram atrapalhar a leitura do documento apenas em
algumas cidades – afirma Schlott.
Mesmo assim, a encíclica teve um efeito estrondoso. Os devotos, até os
protestantes, ficaram satisfeitos ao ver como a Igreja tomava partido
contra o regime, como relatou mais tarde o cardeal Faulhaber no
Vaticano. Mas houve também católicos adeptos do regime que
manifestaram irritação, e se afastaram da Igreja. Nada menos que 108
mil pessoas solicitaram oficialmente o desligamento da Igreja Católica
alemã.
Dias depois da leitura, os nazistas investiram com toda a fúria contra o
que julgavam uma audácia. Mais de mil sacerdotes foram presos,
sendo que 300 foram deportados para um campo de concentração.
Organizações e escolas católicas foram fechadas. Na sua residência de
Obersalzberg, na Baviera, Hitler reagiu dizendo: “Se procuram, através
de qualquer encíclica, assumir poderes que são do Estado, vão ser
pressionados a voltar a sua atividade espiritual.”
Se Pio XI não tivesse morrido, no início de 1939, o Vaticano teria
insistido mais na politica de confrontação, sustentam historiadores. Já
no seu leito de morte, ele ordenou a redação de uma outra encíclica,
que entrou para a História como “a encíclica escondida de Pio XI”. O
documento, redigido por dois jesuitas, denunciava o antissemitismo
fanático e o culto ao estado totalitário, mas foi engavetado com a
morte do Pontífice. Seu sucessor, Pio XII, foi várias vezes acusado de
ter sido conivente com o regime. Novos estudos mostram, no entanto,
que não só tinha a mesma posição de Pio XI, como teria, inclusive,
ajudado muitos judeus.
– Só com a abertura dos arquivos do Vaticano, dentro de alguns anos,
será possivel desvendar o enigma de Pio XII, que silenciou embora
fosse também contra a ditadura – conclui Schlott.

Jornal: O GLOBO Autor:
Editoria: Ciencia e_Vida Tamanho: 1007 palavras
Edição: 1 Página: 34
Coluna: Seção:
C aderno: Primeiro Caderno
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Depoimento do Padre que foi Coroinha de São Padre Pio – Padre Armando Brédice

Estou eu de novo vendo uns videos no youtube e encontrei esta perola, um padre que foi coroinha de santo Padre Pio e da um testemunho de como viu Padre Pio pela primeira vez e um resumo de como era sua vida,

Salve Maria

“180” Movie Holocausto e Aborto

Olá irmãos acabo de assistir este video e me alegrei a ponto de pedir para que todos os que assistirem este video repassem e divulguem de alguma maneira para seus parentes, amigos, conhecidos, em suas redes sociais etc, o video mostra uma visão muito coerente sobre o paralelo do Holocausto de Auschwitz e o aborto e como os jovens deste video tem uma convicção moral dentro de seus corações mas estão sendo enganados pela mídia e pela política que diz que o aborto é um direito de escolha de uma mulher.

Assistam o video e comente no post, se esse video mudou sua maneira de ver o aborto ou se não mudou em nada e porque não mudou.
Fiquem com Deus e espero seu comentário.

“Complete a frase para mim: ‘Não há problema em matar um bebê no útero quando…’”.

Com algumas perguntas simples, e apelando para a lógica mais elementar acerca do valor da vida de um bebê, um repórter esclarece jovens acerca da insanidade que é o aborto, e de quantos bebês já morreram nos Estados Unidos desde a legalização dessa prática assassina. Ele evoca a história da Alemanha, que por se deixar levar de forma irracional pelos slogans nazistas, fez o mundo mergulhar na maior guerra da história, com quase 60 milhões de mortos.

A relevância, a verdade e a justiça inerentes à doutrina cristã também são ressaltadas de forma incisiva no documentário.

Salve Maria

Um nazismo “bem intencionado” e “caridoso”

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Hitler estaria perfeitamente satisfeito com nossas democracias ocidentais. Aliás, não foram os alemães que votaram nele?

Ouvimos uma história trágica, para não dizer terrível: a de que famílias holandesas são autorizadas a praticar eutanásia contra parentes considerados “inválidos”. A atuação em si, já demonstra um sinal claro da mudança moral dos nossos tempos. Não vou longe: uma mudança para pior, uma baixeza moral com precedentes dos mais abjetos possíveis. Aquele zelo, aquele amor cristão, até então arraigado em nossa consciência sobre o sofrimento alheio, foi simplesmente apagado. Não vemos mais o incapaz, o aleijado, o inválido, como um irmão a ser cuidado. Eles agora são considerados tão somente um estorvo, um peso a ser carregado pela sociedade.

E é bem pior que isso: esse sentimento de estorvo, esse peso, essa carga de suposta inutilidade, está sendo internalizada pelas famílias, que vêem o pais, filhos, irmãos ou cônjuges como figuras dispensáveis, como meras quinquilharias jogadas ao buraco do lixo.

Tal reivindicação da eutanásia não se restringe à Holanda. Agora se torna moda no mundo europeu e também norte-americano. O argumento é sofrível: em nome da caridade ao doente, se mata. Tudo em nome de algo tão subjetivo como a tal “qualidade de vida”.

Este relativismo não é de hoje. Antes de patrocinar a política de extermínio dos judeus, Hitler já tinha movimentado a campanha de eutanásia por toda a Alemanha. Dezenas, senão centenas de milhares de pessoas deficientes e débeis mentais foram eliminadas. Isso incluía até crianças recém-nascidas portadoras de algum tipo de deficiência física ou mental. Ou seja, nem velhos, nem crianças, nem mulheres foram poupados. A campanha de eliminação dos incapazes só terminou em 1941, por pressão da opinião silenciosa dos alemães e de protestos da Igreja Católica.

Atualmente, o Estado não precisa mais aplicar esses expedientes. Basta legalizá-los e legitimá-los. As famílias de outrora que defendiam seus incapazes, agora são fiéis colaboradores da eliminação dos fracos. E tais práticas têm o beneplácito de uma boa parte da intelligentsia, seja ela a brasileira ou a mundial. Percebe-se, por todos os meios, a tentativa de dessacralizar a vida humana, reduzi-la ao status biológico de meros animais. Neste ínterim, os militantes pró-aborto, com sua pregação de niilismo e morte, são companheiros de viagem, junto com ONG’s riquíssimas, sustentadas por fundações bilionárias. Os argumentos pró-aborto não são os mesmos dos argumentadores pró-eutanásia e pró-eugenia? O de que a qualidade de vida ou a utilidade física e mental de alguém é um fator determinante para a sua existência? Sim, e com a ânsia de eliminar os fracos, os doentes, os incapazes, os pobres, os infelizes e demais rejeitados, tudo em nome da vida utópica e perfeita.

O governo brasileiro está perfeitamente concatenado com esse projeto demoníaco em escala mundial. A presidente Dilma Rousseff colocou como Ministra da Secretaria Especial das Políticas Públicas para As Mulheres uma açougueira determinada, uma Himmler de saias, ainda que não se saiba a verdadeira sexualidade dela. Se alguém visse as credenciais morais da nova ministra, ficaria assustado. Eleonora Meninucci mais parece um homem frio e misógino do que realmente uma fêmea. Não nos assustemos: ela tem credenciais petistas, e destes se espera qualquer coisa. Na verdade, Nelson Rodrigues tinha razão: a feminista é a inimiga da mulher. Como uma nazista caridosa para com os fracos, a ministra assevera, repetindo as ladainhas das ONG’s abortistas: matar nascituros é uma questão de saúde pública. Para ela, está se fazendo um grande favor à humanidade matar nascituros considerados indesejáveis.

Nada mais macabro do que uma ministra que se auto-intitula a “avó do aborto”: eis uma avó de netos inexistentes ou de cadáveres. Eis, aí, finalmente, uma caricatura grotesca da esterilidade feminina. Algo digno do jornalismo policial.

E o Senado, na calada da noite, com a colaboração de juristas esquerdistas, já aprovou um anteprojeto de legalização do aborto e da eutanásia. O pior de tudo é que os abortistas venderam a idéia de que não queriam legalizar o aborto, mas tão somente criar exceções à lei vigente. Aparecia na imprensa algum urso sábio da legalidade, com as seguintes palavras:

“Nossa proposta não despenaliza o aborto, mas ela leva em consideração a situação de mulheres que abortam, portanto, ela se preocupa com a saúde da gestante que hoje não está contemplada na Lei Penal.”

E o Ministro do STJ, Gilson Dipp, que presidia a comissão relatora do anteprojeto de lei, ainda acrescentou mais casos nos quais seria permitido o aborto:

“Quando a mulher for vítima de inseminação artificial com a qual não tenha concordância; e quando o feto estiver irremediavelmente condenado à morte por anencefalia e outras doenças físicas e mentais graves”.

Percebe-se o caráter semi-divino do ministro. Ele deve prever o futuro para justificar a eliminação dos doentes físicos e mentais graves que ainda vão nascer. Sem contar o precedente da inseminação artificial, onde uma mulher poderá abortar um filho se não for de acordo com o sexo ou a cor desejada.

Na Inglaterra já se pode abortar, se o sexo da criança não for satisfatório ao desejo dos pais.

Hitler estaria perfeitamente satisfeito com nossas democracias ocidentais. Aliás, não foram os alemães que votaram nele? Por que seria diferente com Dilma Rousseff e os seus capachos do Senado?

Fonte:http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/12944-um-nazismo-qbem-intecionadoq-e-qcaridosoq.html