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O Banquete do Cordeiro (Parte 3)

“Passaram -me para trás!! cap.I
No céu agora mesmo!!
Os padres da igreja mostraram que essa descoberta não era de Scott!!.
Pregaram a respeito há mais de mil anos.
Scott, no entanto , estava convencido de que merecia o crédito pela redescoberta da relação entre missa e o livro do apocalípse!
Então, para sua surpresa, descobre que o Concílio Vaticano II o tinha passado para trás!
Reflitam nestas palavras da Constituição sobre a Sagrada Liturgia:
Na liturgia terrena, antegozando, participamos da liturgia celeste, que se celebra na cidade santa de Jerusalém, para a qual, peregrinos, nos encaminhamos.
Lá, Cristo está  sentado `a direita de Deus, ministro do santuário e do tabernáculo verdadeiro; com toda milícia do exército celestial entoamos um hino de glória ao Senhor e , venerando a memória dos santos, esperamos fazer parte da sociedade deles; suspiramos pelo Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo.  Até que ele, nossa vida se manifeste, e nós apareçamos com Ele na glória.
Espere um pouco. Isso é céu. Não, isso é missa. Não, é o livro do apocalípse.
Espere um pouco: Isso é tudo o que está acima!
Scott, se acalma, para não ir rápido demais, para evitar os perigos aos quais os convertidos são susceptíveis!
Pois, ele estava rapidamente se convertendo `a  fé católica!!
Contudo , essa descoberta não era produto de uma imaginação superexcitada; era o ensinamento solene de uma “concílio da igreja católica”.
Com o tempo , Scott descobre que essa era também a conclusão inevitável dos estudiosos protestantes mais rigorosos e honestos.
Um deles, Leonard Thompson, escreveu que “até mesmo uma leitura superficial do livro de apocalípse mostra a presença da linguagem litúrgica disposta em forma de culto..”.
Basta as imagens da liturgia para tornar esse extraordinário livro compreensível.
As figuras litúrgicas são essenciais para sua mensagem, escreve Thompson, e revelam “algo mais que visões de ‘coisas que estão por vir'”.

Atrações futuras  cap.I

O livro do Apocalípse tratava de Alguém que estava por vir.
Tratava de Jesus Cristo e sua “segunda vinda”, a forma como, em geral, os cristãos traduziram a palavra grega parousia .
Depois de passar horas e horas naquela capela, Scott aprende que aquele Alguém era o mesmo Jesus Cristo que o sacerdote católico erguia na hóstia.
Se os cristãos primitivos estavam certos, ele sabia que, naquele exato momento, o céu tocava a terra.
“Meu Senhor e meu Deus. Sois realmente vós!”
Ainda assim, restavam muitas perguntas sérias na mente e no coração de Scott: Quanto à natureza do sacrifício.
Quanto aos fundamentos bíblicos da missa.
Quanto a continuidade da tradição da tradição católica.
Quanto a muitos dos pequenos detalhes do culto litúrgico.
Essas perguntas definiram suas investigações nos meses que levaram a sua admissão na Igreja Católica.
Em certo sentido, elas continuam a definir seu trabalho de hoje.
“Porem agora ele não faz mais perguntas como acusador ou curioso, mas como filho que se aproxima do pai, pedindo o impossível, pedindo para segurar na palma da mão uma estrela luminosa e distante.”
Scott não crê que Nosso Pai nos recuse , a sabedoria que buscamos a respeito de sua missa.
Ela é afinal de contas, o acontecimento no qual ele confirma sua aliança conosco e nos faz seus filhos.
Este livro é mais ou menos o que Scott descobriu enquanto investigava as riquezas de ” nossa tradição católica”.
Nossa herança inclui toda a Bíblia, o testemunho ininterrúpto da missa, os constantes ensinamentos dos santos, a pesquisa dos estudiosos, os métodos de oração contemplativa e o cuidado dos papas e bispos.
Na missa , você e eu temos o céu na terra.
As provas são prodigiosas.
A experiência é uma revelação!

Criação a partir do nada: idéia coerente?

Algo pode ser criado a partir do nada? Parece que não. Esse argumento foi oferecido por Shrek (sim, Shrek) em um debate no site Teismo.net e também, em uma versão semelhante, pelo ateu anarquista Sebastian Faure. Segundo pessoas como eles, se bem os entendi, a idéia de criação “ex nihilo” é irracional e incoerente. Logo, Deus não pode ter criado nem a matéria nem coisa alguma.

Antes de tudo, existem dois sentidos bastante diferentes que “criação a partir do nada” pode ter. O primeiro é algo que surge a partir do nada absoluto – outra é de uma quantidade que não existia e foi “adicionada” por alguém ou algo no mundo. No primeiro caso, temos um surgimento a partir do “não-ser”. No segundo caso, uma substância causa uma outra substância inteiramente nova à existência. Aceitar o primeiro caso seria negar o Princípio da Razão Suficiente e de forma alguma eu estou preparado para sustentar essa afirmação. Mas o segundo caso é passível de defesa.

A idéia que está por trás do poder causal de um ser que é onipotente é a possibilidade lógica. [1] Aqui, a possibilidade de qual falo não é a mesma que utilizamos para dizer que seres humanos não podem nadar o Atlântico em 5 minutos, por exemplo, ou que porcos não podem gerar asas para si (possibilidade física). Ao afirmar que algo é possível logicamente, isso é significa que a negação dessa idéia não é (e nem decorre de) nenhuma verdade necessária da lógica. Por exemplo:

  • (1) ‘A’ não é vermelho;

(1) é possível. Não  é necessário que algo seja vermelho. Assim, é possível que algo não o seja. Por outro lado, não é possível que:

  • (2) ‘A’ não é idêntico consigo mesmo;

Afirmar (2) seria negar a Lei da Identidade – uma lei cuja nenhuma mais correta pode ser concebida. Logo, (2) não é possível.

E a criação ex nihilo, então, é possível? Eu diria que sim. É facilmente concebível – do ponto de vista lógico – que um dia eu acorde e me encontre com o poder de causar coisas que não existiam para a existência sem que elas sejam meras transformações de materiais já existentes. Eu poderia ser um pintor que, cada vez que meu pote de vermelho ou de azul acabasse, simplesmente fechasse os olhos e pensasse: “Que o pote de tinta fique cheio novamente”. Um microsegundo depois de um terminar meu pensamento, eu abro os olhos e vejo que a tinta está cheia de novo. Eu poderia também fechar os olhos e pensar: “Na próxima vez que abrir os olhos, terei um sexto dedo”. Ao abrir os olhos, veria que o dedo está lá. Vários testes poderiam ser feitos (como selar meu atelier, garantindo que nada entrou nem saiu durante a execução do ato e medir a quantidade de massa e energia antes e depois do teste) para garantir que esse material é inteiramente novo e não é uma mera transformação do que já existia dentro do meu estúdio. Não há nenhuma contradição lógica ao contarmos uma história como essa. Logo, ainda que os seres humanos não tenham o poder de causar algo ex nihilo, essa é uma ação perfeitamente concebível. E se é possível do ponto de vista lógico, então um ser onipotente poderia fazê-la.

De qualquer forma, esse argumento não seria necessariamente um problema para a crença em Deus, mas somente para uma doutrina de criação ex nihilo. Mas nem sequer como uma objeção a essa doutrina ele funciona. Dessa forma, concluo que o argumento da impossibilidade dessa ação está refutado.

Notas:

Veja meu artigo sobre o “Paradoxo da Pedra

A Igreja esta sob ataque

A história Católica vem sendo contada pelas pessoas erroneamente. Nós precisamos contar nossa própria história…” Padre Robert Barron.

Catholicism Project (Projeto Catolicismo), é um projeto que pretende elaborar e distribuir uma série de documentários que vem sendo produzida há mais de dois anos e que tem data de lançamento mundial para setembro deste ano.
Filmada em mais de 50 lugares, em 15 diferentes países (inclusive o Brasil), esta série épica pretende contar através de uma viagem por diversos lugares do mundo, assuntos da Igreja, como teologia e liturgia!!
“Em Setembro de 2011, testemunhe a Fé Católica como você nunca viu antes!

Testemunhe a História!
Testemunhe a Força!
Testemunhe a Beleza!
Testemunhe a Alegria!”

Clique nas imagens para ver o trailer…

Uma colaboração: Leandro Capriot Manso

http://leandrocmanso.blogspot.com/

DEUS O CRIADOR, WILLIAM LANE CRAIG Entrevistado por Robert Lawrence Kuhn

Recentemente me deparei com essa preciosa série de vídeos onde Craig, entrevistado pelo Dr. Robert Lawrence Kuhn, explora questões sobre a natureza de Deus e Sua relação com o mundo. Nesse vídeo, eles discutem o papel de Deus como Criador e Sustentador do Universo.


Fonte:Deus em Debate