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02 – Marxismo Cultural e Revolução Cultural – Segunda Aula

Como visto na aula anterior, Marx já havia identificado uma problemática cultural na alienação do proletariado, ao dizer que a religião é o ópio do povo. Isso foi analisado de forma mais sistemática por Antonio Gramsci, que vivenciou toda a crise teórica do comunismo após a I Guerra. Esta crise do marxismo gerou 2 filhos: o fascismo e o marxismo cultural, cada um deles com uma proposta bastante clara para chegar aos seus objetivos de dominação.

Fonte:http://padrepauloricardo.org/

Veja como pensa um jovem revolucionario ( video)

II Timóteo
Capítulo 4

1 Eu te conjuro em presença de Deus e de Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, por sua aparição e por seu Reino: 2 prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir. 3 Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. 4 Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas. 5 Tu, porém, sê prudente em tudo, paciente nos sofrimentos, cumpre a missão de pregador do Evangelho, consagra-te ao teu ministério.

que esta pensamento relativista seja exorcizado de nossa vidas

 

 

 

 

 

Fonte: http://www.rainhadosapostolos.com/2012/01/veja-como-pensa-um-jovem-revolucionario.html#

Fonte primária: www.ipco.org.br

Podemos ser bons sem Deus?

Fonte: http://feracional.net/2011/02/24/podemos-ser-bons-sem-deus/

Criação a partir do nada: idéia coerente?

Algo pode ser criado a partir do nada? Parece que não. Esse argumento foi oferecido por Shrek (sim, Shrek) em um debate no site Teismo.net e também, em uma versão semelhante, pelo ateu anarquista Sebastian Faure. Segundo pessoas como eles, se bem os entendi, a idéia de criação “ex nihilo” é irracional e incoerente. Logo, Deus não pode ter criado nem a matéria nem coisa alguma.

Antes de tudo, existem dois sentidos bastante diferentes que “criação a partir do nada” pode ter. O primeiro é algo que surge a partir do nada absoluto – outra é de uma quantidade que não existia e foi “adicionada” por alguém ou algo no mundo. No primeiro caso, temos um surgimento a partir do “não-ser”. No segundo caso, uma substância causa uma outra substância inteiramente nova à existência. Aceitar o primeiro caso seria negar o Princípio da Razão Suficiente e de forma alguma eu estou preparado para sustentar essa afirmação. Mas o segundo caso é passível de defesa.

A idéia que está por trás do poder causal de um ser que é onipotente é a possibilidade lógica. [1] Aqui, a possibilidade de qual falo não é a mesma que utilizamos para dizer que seres humanos não podem nadar o Atlântico em 5 minutos, por exemplo, ou que porcos não podem gerar asas para si (possibilidade física). Ao afirmar que algo é possível logicamente, isso é significa que a negação dessa idéia não é (e nem decorre de) nenhuma verdade necessária da lógica. Por exemplo:

  • (1) ‘A’ não é vermelho;

(1) é possível. Não  é necessário que algo seja vermelho. Assim, é possível que algo não o seja. Por outro lado, não é possível que:

  • (2) ‘A’ não é idêntico consigo mesmo;

Afirmar (2) seria negar a Lei da Identidade – uma lei cuja nenhuma mais correta pode ser concebida. Logo, (2) não é possível.

E a criação ex nihilo, então, é possível? Eu diria que sim. É facilmente concebível – do ponto de vista lógico – que um dia eu acorde e me encontre com o poder de causar coisas que não existiam para a existência sem que elas sejam meras transformações de materiais já existentes. Eu poderia ser um pintor que, cada vez que meu pote de vermelho ou de azul acabasse, simplesmente fechasse os olhos e pensasse: “Que o pote de tinta fique cheio novamente”. Um microsegundo depois de um terminar meu pensamento, eu abro os olhos e vejo que a tinta está cheia de novo. Eu poderia também fechar os olhos e pensar: “Na próxima vez que abrir os olhos, terei um sexto dedo”. Ao abrir os olhos, veria que o dedo está lá. Vários testes poderiam ser feitos (como selar meu atelier, garantindo que nada entrou nem saiu durante a execução do ato e medir a quantidade de massa e energia antes e depois do teste) para garantir que esse material é inteiramente novo e não é uma mera transformação do que já existia dentro do meu estúdio. Não há nenhuma contradição lógica ao contarmos uma história como essa. Logo, ainda que os seres humanos não tenham o poder de causar algo ex nihilo, essa é uma ação perfeitamente concebível. E se é possível do ponto de vista lógico, então um ser onipotente poderia fazê-la.

De qualquer forma, esse argumento não seria necessariamente um problema para a crença em Deus, mas somente para uma doutrina de criação ex nihilo. Mas nem sequer como uma objeção a essa doutrina ele funciona. Dessa forma, concluo que o argumento da impossibilidade dessa ação está refutado.

Notas:

Veja meu artigo sobre o “Paradoxo da Pedra

Jesus, cópia de mitos? Zeitgeist Desmascarado

Muitas pessoas vieram me falar sobre esse video no youtube Zeitgeist,dizendo que Jesus Cristo era mais uma copia de deuses da mitologia etc…
Pura encheção de saco neo ateísta!
Estava vendo uns videos no Youtube e achei um que realmente é refutado por um Historiador SÉRIO!e não PSEUDOPALPITEIROS!