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02 – Marxismo Cultural e Revolução Cultural – Segunda Aula

Como visto na aula anterior, Marx já havia identificado uma problemática cultural na alienação do proletariado, ao dizer que a religião é o ópio do povo. Isso foi analisado de forma mais sistemática por Antonio Gramsci, que vivenciou toda a crise teórica do comunismo após a I Guerra. Esta crise do marxismo gerou 2 filhos: o fascismo e o marxismo cultural, cada um deles com uma proposta bastante clara para chegar aos seus objetivos de dominação.

Fonte:http://padrepauloricardo.org/

Veja como pensa um jovem revolucionario ( video)

II Timóteo
Capítulo 4

1 Eu te conjuro em presença de Deus e de Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, por sua aparição e por seu Reino: 2 prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir. 3 Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. 4 Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas. 5 Tu, porém, sê prudente em tudo, paciente nos sofrimentos, cumpre a missão de pregador do Evangelho, consagra-te ao teu ministério.

que esta pensamento relativista seja exorcizado de nossa vidas

 

 

 

 

 

Fonte: http://www.rainhadosapostolos.com/2012/01/veja-como-pensa-um-jovem-revolucionario.html#

Fonte primária: www.ipco.org.br

01 – Marxismo Cultural e Revolução Cultural – Primeira Aula

Esta é uma série de palestras que busca compilar, de forma sistemática, o tema do Marxismo Cultural que se encontra difuso em diversos vídeos e palestras no site padrepauloricardo.org. O intuito é o de apresentar a revolução cultural dentro da Igreja ou, melhor dizendo, um estudo sistemático das raízes da Teologia da Libertação e de sua atuação dentro da Igreja Católica.

Como reflexão teológica, o objetivo é o de identificar o que está acontecendo com a teologia e a maneira como o pensamento revolucionário está influenciando a forma de pensar a teologia, Deus, a Igreja e o sacerdócio. Porém, para se chegar à teologia é importante conhecer as raízes desta revolução, que se encontram na filosofia.

O curso também irá abordar a razão pela qual a expressão teologia da libertação não é mais tema de discussão. Na realidade, ela já domina hegemonicamente o pensamento da própria Igreja. E é exatamente para desmascarar esse domínio velado que este curso é apresentado aos assinantes do site Christo Nihil Praeponere.

 

Teologia da libertação-Nosso Senhor Jesus Cristo: Redentor ou Revolucionário?

Bem, lembro, de início, que esta interpretação da Teologia da Libertação é frontalmente oposta ao magistério eclesiástico, desde o início da Igreja até nossos dias, nenhum pontífice defendeu essa visão. Muito pelo contrário, existem diversos documentos em que fica patente que Deus criou os homens desiguais entre si.

O que ensina a Igreja sobre a desigualdade? Ensina que os homens são iguais em sua essência, mas desiguais em seus acidentes. Dessas desigualdades, como inteligência, força, saúde etc, decorre uma natural hierarquia social, que deve ser proporcional e harmônica.

Analisando a vida de Nosso Senhor, vocês veram que o seu melhor amigo, Lázaro, era um homem rico, dono de terras e de casas diversas. Nunca foi repreendido por isso.

“Não é o servo maior do que o Senhor” também é uma frase em que a existência da hierarquia fica patente.

A própria humildade pregada por Nosso Senhor, em toda a sua vida, transparece uma posição de alma oposta ao comunismo. Só pode ter humildade aquele que se coloca pequeno diante dos outros e de Deus. Nunca é humilde aquele que quer derrubar os seus superiores ou quer explorar os seus inferiores.

O fato de existirem abusos na hierarquia, nunca justifica uma revolta contra a criação hierárquica de cada ser.

Santo Tomás de Aquino explica, magistralmente, porque Deus desejou criar os seres de forma desigual. Aconselho-os a ler o capítulo da “Suma Teológica” que trata desse assunto.

A Teologia da Libertação acusa Nosso Senhor de ser um defensor da igualdade. Agora, que tal procurar uma só passagem dos evangelhos onde Ele teria defendido uma sociedade igualitária, sem propriedade, sem autoridade?

Na própria Igreja ele estabeleceu uma hierarquia, onde escolheu um dos discípulos para ser um monarca absoluto!

Acho que o problema de fundo da Teologia da Libertação se me permite dizer, é uma visão muito particular do que seja “amar a Deus sobre todas as coisas”. Vejamos bem, Deus é superior a todos nós, nós somos suas criaturas. O igualitarismo, em última instância, acaba por nivelar o próprio homem à Deus, através da teoria gnóstica, muito em moda atualmente.

O que não pode ocorrer, se é essa o problema da Teologia da Libertação, é uma “exploração” de um homem sobre outro, quer seja pela sua autoridade, quer seja através de uma revolução igualitária.

Deve haver, na sociedade, um princípio de caridade verdadeiro, isto é, amor de Deus, que faça com que cada um, de acordo com sua vocação, procure cumprir com suas obrigações, quer com o próximo, quer com Deus.

Nesse sentido, nós teríamos o que Santo Agostinho chamou de “A Cidade de Deus” (Civitas Dei), onde todos amam a Deus mais do que a si próprios.

O comunismo(idéia que há na Teologia da Libertação), ao contrário, é um sistema onde cada homem busca amar a si mesmo, não aceitando a superioridade de outros, pois cada um quer ser o seu próprio senhor.

Fiquem com Deus